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	<title>Comentários sobre Núcleo Zero Comunicação</title>
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		<title>Comentário sobre Interiores ou 400 anos de Solidão por Núcleo Zero</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/eventos/interiores-ou-400-anos-de-solidao/#comment-1516</link>
		<dc:creator>Núcleo Zero</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 22:52:21 +0000</pubDate>
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		<description>Interiores ou 400 anos de solidão.
 
Trata-se de um filme intrigante e profundo, um mergulho no consciente coletivo das pessoas que vivem esquecidas e isoladas com seus hábitos, costumes e crenças, uma antropofagia que se renova constantemente no dia a dia dos sertanejos, o mergulho inicia-se com os sons que seria (suponho eu) de um parto, o nascimento, o inicio de todo um processo evolutivo e totalmente desconhecido daqueles que nascem naquela região, estou gestante de uma planície que irei parir daqui alguns passos, a visão ampla do vale mostrando um vazio à primeira vista, mas aos poucos se percebe que ele (o vale) esta repleto de vida nas mentes e no imaginário das pessoas que vivem lá, a idéia de vida, pecados, alegrias, esperanças, fé e sofrimentos, a dualidade do céu e do inferno, o medo e a culpa acompanham a existência até o desfecho da morte, como deixa bem claro em seu relato a Srª. Maria Rosa de Jesus “... não é? Verdade isto aí”.
 
Uma estrada e um texto em francês, um prelúdio da antecipação do caos, a religião é o único alivio para tanta solidão e sofrimento deste povo, a vela acesa remete ao psicológico do homem, pois a vela representa o corpo e ao estar acesa remonta o arquétipo da luz na consciência humana que consome até a hora de sua morte, o fato de haver outras velas acesas representam as varias vidas que buscam o conforto espiritual numa terra tão sofrida, as fotos ao fundo remetem a existência anterior de outras vidas que por ali passaram buscando o mesmo conforto na luz de suas consciências, a imagem mostra uma mão tentando fazer a vela (vida) se equilibrar e que não se firma até mostrar pessoas caminhando ao som de uma cantoria religiosa sobre o comando do padre Cizo, um pastor católico que arrebanha seguidores para o caminho da vida eterna, entendo que este é o papel das religiões, rebanhando ovelhas que buscam luz e conforto espiritual para suas vidas, “Jesus está esperando por você, Quem é que vai? Quem é que vai, nesta barca tem Jesus, quem é que vai?” fica claro que o povo tem fome, fome de Deus, o padre mostra sua liderança e coloca todos em sintonia e mantém seu discurso, o padre é ativo e carismático, parece estar ligado numa vibração intensa, é interessante porque alguém faz uma “doação”, alias sem apoio financeiro nenhuma organização se mantém firme, mesmo sendo religiosa, o padre deixa claro que a igreja católica precisa da fé cristã deste povo miserável para se manter firme perante as outras religiões e ao próprio homem, a ave pairando sobre as cabeças humanas é ao mesmo tempo um elo de ligação e desfecho de toda uma história ou parte dela, como se alguém ou o próprio criador estivesse olhando de um outro plano mais elevado, um observador oculto e ao mesmo tempo presente.
 
A questão social com o relato ao fundo sobre a indignação do homem com as pessoas que recebem do programa assistencial do governo para comunidades carentes “bolsa família”, não contra ela, mas contra a inércia que ela provoca nas mentes mais fracas, parece bem coerente ao pedir uma frente de trabalho em vez da esmola de um governo que parece tão distante daquela realidade, o interessante que a cena mostra um trabalho a ferro e fogo, o que faz a analogia iniciada na revolução industrial e o processo evolutivo do homem sendo envolvido pela sua própria ânsia de crescimento e o aumento do consumo na produção de bens manufaturados, estando este mesmo homem aprisionado em sua própria evolução o que por si só já é um contra ponto, homens trabalhando com instrumentos que parecem facões ou porretes de madeira e o texto invertido sonorizando e ilustrando bem toda a síntese desta temática.  
 
O olhar da mulher viúva que narra a história do marido que construiu a própria sepultura mostra a situação de isolamento dos seres viventes do sertão alagoano e que poderia ser o retrato de isolamento de muitos outros sertões brasileiros ou outros países com a mesma condição de vida, o texto “terra cemitério” e a cena fortíssima de um homem conduzindo o caixão do próprio filho na bicicleta para ser sepultado é um pequeno resumo da essência do filme, a câmera para e segue o homem rumo ao seu triste trajeto naquela estrada de terra, a mesma estrada que sustenta todos os passos  de todas as pessoas que vivem neste planeta, a estrada no filme é bem marcante seja ela uma rodovia pavimentada com a imagem em movimento  ou uma pequena estrada de terra, uma trilha qualquer de um passo solitário, o fato gera uma reflexão profunda sobre esta caminhada e a nossa fragilidade perante aos desígnios do universo, a estrada da vida com seu principio, meio e um fim, as vezes desconhecido e temido, mas que não pode ser evitado pelos filhos herdeiros do legado do carbono.
 
As cantigas de lamento vão se mesclando as imagens e as animações de um céu repleto de estrelas em seu giro espiritual, o mesmo giro de uma espiral cósmica, o mesmo giro mantido “oculto” por algumas religiões, como na bela performance Sufi de Shams Ensemble com poema de Rumi, como nos rituais sagrados da AumBhandhan, conhecida por nós como Umbanda, o giro no sentido anti-horário é o movimento cósmico do universo feito sobre nossas cabeças, lembrando que o nosso planeta é uma esfera azulada que paira na imensidão universal girando em seu próprio eixo e ao redor da estrela maior, o sol, o mesmo movimento também é realizado durante os rituais de praticamente todas as religiões do nosso planeta, no filme a imagem gira sobre o símbolo máximo da fé sertaneja, a cruz, novamente surge a vela em sua reflexão da luz na consciência humana e sua combustão constante até o dia de seu consumo total e sua transcendência do plano físico para o espiritual, as senhoras de negro numa representação de um velório, os olhares tristes e os lamentos sertanejos sobre a experiência da morte, as animações chegam a certo momento parecer com verdadeiras obras de arte, afinal o documentário é uma obra de arte por inteiro, as musicas e as canções, as cenas e os detalhes, o tom e a cor, não há como ficar indiferente a tanta informação e certamente o filme não acaba nos créditos finais, o espectador vai com o filme na cabeça para casa e para vida, o questionamento não encerrará e cada um que assistir a este filme terá uma experiência inquietadora e intrigante que poderá acompanhá-lo por toda uma vida.
 
Zilmar de Castro Junior
 </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interiores ou 400 anos de solidão.<br />
 <br />
Trata-se de um filme intrigante e profundo, um mergulho no consciente coletivo das pessoas que vivem esquecidas e isoladas com seus hábitos, costumes e crenças, uma antropofagia que se renova constantemente no dia a dia dos sertanejos, o mergulho inicia-se com os sons que seria (suponho eu) de um parto, o nascimento, o inicio de todo um processo evolutivo e totalmente desconhecido daqueles que nascem naquela região, estou gestante de uma planície que irei parir daqui alguns passos, a visão ampla do vale mostrando um vazio à primeira vista, mas aos poucos se percebe que ele (o vale) esta repleto de vida nas mentes e no imaginário das pessoas que vivem lá, a idéia de vida, pecados, alegrias, esperanças, fé e sofrimentos, a dualidade do céu e do inferno, o medo e a culpa acompanham a existência até o desfecho da morte, como deixa bem claro em seu relato a Srª. Maria Rosa de Jesus “&#8230; não é? Verdade isto aí”.<br />
 <br />
Uma estrada e um texto em francês, um prelúdio da antecipação do caos, a religião é o único alivio para tanta solidão e sofrimento deste povo, a vela acesa remete ao psicológico do homem, pois a vela representa o corpo e ao estar acesa remonta o arquétipo da luz na consciência humana que consome até a hora de sua morte, o fato de haver outras velas acesas representam as varias vidas que buscam o conforto espiritual numa terra tão sofrida, as fotos ao fundo remetem a existência anterior de outras vidas que por ali passaram buscando o mesmo conforto na luz de suas consciências, a imagem mostra uma mão tentando fazer a vela (vida) se equilibrar e que não se firma até mostrar pessoas caminhando ao som de uma cantoria religiosa sobre o comando do padre Cizo, um pastor católico que arrebanha seguidores para o caminho da vida eterna, entendo que este é o papel das religiões, rebanhando ovelhas que buscam luz e conforto espiritual para suas vidas, “Jesus está esperando por você, Quem é que vai? Quem é que vai, nesta barca tem Jesus, quem é que vai?” fica claro que o povo tem fome, fome de Deus, o padre mostra sua liderança e coloca todos em sintonia e mantém seu discurso, o padre é ativo e carismático, parece estar ligado numa vibração intensa, é interessante porque alguém faz uma “doação”, alias sem apoio financeiro nenhuma organização se mantém firme, mesmo sendo religiosa, o padre deixa claro que a igreja católica precisa da fé cristã deste povo miserável para se manter firme perante as outras religiões e ao próprio homem, a ave pairando sobre as cabeças humanas é ao mesmo tempo um elo de ligação e desfecho de toda uma história ou parte dela, como se alguém ou o próprio criador estivesse olhando de um outro plano mais elevado, um observador oculto e ao mesmo tempo presente.<br />
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A questão social com o relato ao fundo sobre a indignação do homem com as pessoas que recebem do programa assistencial do governo para comunidades carentes “bolsa família”, não contra ela, mas contra a inércia que ela provoca nas mentes mais fracas, parece bem coerente ao pedir uma frente de trabalho em vez da esmola de um governo que parece tão distante daquela realidade, o interessante que a cena mostra um trabalho a ferro e fogo, o que faz a analogia iniciada na revolução industrial e o processo evolutivo do homem sendo envolvido pela sua própria ânsia de crescimento e o aumento do consumo na produção de bens manufaturados, estando este mesmo homem aprisionado em sua própria evolução o que por si só já é um contra ponto, homens trabalhando com instrumentos que parecem facões ou porretes de madeira e o texto invertido sonorizando e ilustrando bem toda a síntese desta temática.  <br />
 <br />
O olhar da mulher viúva que narra a história do marido que construiu a própria sepultura mostra a situação de isolamento dos seres viventes do sertão alagoano e que poderia ser o retrato de isolamento de muitos outros sertões brasileiros ou outros países com a mesma condição de vida, o texto “terra cemitério” e a cena fortíssima de um homem conduzindo o caixão do próprio filho na bicicleta para ser sepultado é um pequeno resumo da essência do filme, a câmera para e segue o homem rumo ao seu triste trajeto naquela estrada de terra, a mesma estrada que sustenta todos os passos  de todas as pessoas que vivem neste planeta, a estrada no filme é bem marcante seja ela uma rodovia pavimentada com a imagem em movimento  ou uma pequena estrada de terra, uma trilha qualquer de um passo solitário, o fato gera uma reflexão profunda sobre esta caminhada e a nossa fragilidade perante aos desígnios do universo, a estrada da vida com seu principio, meio e um fim, as vezes desconhecido e temido, mas que não pode ser evitado pelos filhos herdeiros do legado do carbono.<br />
 <br />
As cantigas de lamento vão se mesclando as imagens e as animações de um céu repleto de estrelas em seu giro espiritual, o mesmo giro de uma espiral cósmica, o mesmo giro mantido “oculto” por algumas religiões, como na bela performance Sufi de Shams Ensemble com poema de Rumi, como nos rituais sagrados da AumBhandhan, conhecida por nós como Umbanda, o giro no sentido anti-horário é o movimento cósmico do universo feito sobre nossas cabeças, lembrando que o nosso planeta é uma esfera azulada que paira na imensidão universal girando em seu próprio eixo e ao redor da estrela maior, o sol, o mesmo movimento também é realizado durante os rituais de praticamente todas as religiões do nosso planeta, no filme a imagem gira sobre o símbolo máximo da fé sertaneja, a cruz, novamente surge a vela em sua reflexão da luz na consciência humana e sua combustão constante até o dia de seu consumo total e sua transcendência do plano físico para o espiritual, as senhoras de negro numa representação de um velório, os olhares tristes e os lamentos sertanejos sobre a experiência da morte, as animações chegam a certo momento parecer com verdadeiras obras de arte, afinal o documentário é uma obra de arte por inteiro, as musicas e as canções, as cenas e os detalhes, o tom e a cor, não há como ficar indiferente a tanta informação e certamente o filme não acaba nos créditos finais, o espectador vai com o filme na cabeça para casa e para vida, o questionamento não encerrará e cada um que assistir a este filme terá uma experiência inquietadora e intrigante que poderá acompanhá-lo por toda uma vida.<br />
 <br />
Zilmar de Castro Junior<br />
 </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CadabraFX por Núcleo Zero</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=cadabrafx#comment-467</link>
		<dc:creator>Núcleo Zero</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 21:46:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pô André, um elogio vindo de vc é uma grande honra pra gente.
Valeu mesmo. Grande abraço,
Werner</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô André, um elogio vindo de vc é uma grande honra pra gente.<br />
Valeu mesmo. Grande abraço,<br />
Werner</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CadabraFX por Andre Caputo</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=cadabrafx#comment-466</link>
		<dc:creator>Andre Caputo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 21:32:14 +0000</pubDate>
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		<description>Galera do Núcleo, ficou sensacional essa marca! Linda! Parabéns! O projeto gráfico do cartão está muito bom. Gostei das cores. Mandaram bem! Gde abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Galera do Núcleo, ficou sensacional essa marca! Linda! Parabéns! O projeto gráfico do cartão está muito bom. Gostei das cores. Mandaram bem! Gde abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Making of por Núcleo Zero</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/canal-zero/making-of/#comment-458</link>
		<dc:creator>Núcleo Zero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 16:14:15 +0000</pubDate>
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		<description>Valeu Lis. Estamos na área para o que der e vier. Vc e todo o pessoal do Tela Tudo e Ideário tem o nosso respeito e admiração. Pelo trabalho, pela luta e pela paixão compartilhada. 
Grande abraço.

Werner</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu Lis. Estamos na área para o que der e vier. Vc e todo o pessoal do Tela Tudo e Ideário tem o nosso respeito e admiração. Pelo trabalho, pela luta e pela paixão compartilhada.<br />
Grande abraço.</p>
<p>Werner</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Making of por Lis Paim / Tela Tudo Clube de Cinema e Cineclube Ideário</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/canal-zero/making-of/#comment-457</link>
		<dc:creator>Lis Paim / Tela Tudo Clube de Cinema e Cineclube Ideário</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 15:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>Pessoal da núcleo,

Muito bacana a compilação dos trabalhos. Cinema se faz com inventividade, criatividade e paixão, independente da pouca grana, e isso vocês tem de sobra.

É muito bom olhar Alagoas hoje e ver os diversos grupos que compõem essa frente pelo deselvolvimento do cenário audiovisual, do jeito que for possível, com muita coragem, isntigação e vontade de se expressar.

Grande abraço e parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal da núcleo,</p>
<p>Muito bacana a compilação dos trabalhos. Cinema se faz com inventividade, criatividade e paixão, independente da pouca grana, e isso vocês tem de sobra.</p>
<p>É muito bom olhar Alagoas hoje e ver os diversos grupos que compõem essa frente pelo deselvolvimento do cenário audiovisual, do jeito que for possível, com muita coragem, isntigação e vontade de se expressar.</p>
<p>Grande abraço e parabéns!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre DocTV Lêdo Ivo por Paulo</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=ipli-doc#comment-452</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 23:11:40 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Capital Social dos Refugiados por Lima</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=o-capital-social-dos-refugiados#comment-424</link>
		<dc:creator>Lima</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 05:54:50 +0000</pubDate>
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		<description>Bonito isso aí, rapá!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bonito isso aí, rapá!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Viva o Cinema! Cine Sesi: Cinco Anos na sua Vida por espinhas e cravos</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/sem-categoria/viva-o-cinema-cine-sesi-cinco-anos-na-sua-vida/#comment-415</link>
		<dc:creator>espinhas e cravos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 16:22:07 +0000</pubDate>
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		<description>Curti este texto!! parabens pra voce por este grande escrito, Amei tambem o tipo em este vosso site</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Curti este texto!! parabens pra voce por este grande escrito, Amei tambem o tipo em este vosso site</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre 31 de maio – Dia Mundial Sem Fumo por Marcelo</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/publicidade/31-de-maio-%e2%80%93-dia-mundial-sem-fumo/#comment-399</link>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 15:31:33 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom anúncio.
Parabéns pele excelente trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom anúncio.<br />
Parabéns pele excelente trabalho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre 31 de maio – Dia Mundial Sem Fumo por Juliana Melo</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/publicidade/31-de-maio-%e2%80%93-dia-mundial-sem-fumo/#comment-383</link>
		<dc:creator>Juliana Melo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2011 21:51:52 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei a campanha! 
Vocês sempre me matam de orgulho.
Parabéns, galera!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei a campanha!<br />
Vocês sempre me matam de orgulho.<br />
Parabéns, galera!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Cliente do cliente por Mário Vaz</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/clientes/cliente-do-cliente-2/#comment-251</link>
		<dc:creator>Mário Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2011 21:56:12 +0000</pubDate>
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		<description>Show de bola.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Show de bola.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Algás por Juliana Melo</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=algas#comment-157</link>
		<dc:creator>Juliana Melo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:52:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?post_type=portfolio&#038;p=1193#comment-157</guid>
		<description>Orgulho de ter feito parte desse projeto com vocês e também de muitos outros.
Abraços em todos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Orgulho de ter feito parte desse projeto com vocês e também de muitos outros.<br />
Abraços em todos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre KM 58 por Larissa Lima</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=km-58#comment-144</link>
		<dc:creator>Larissa Lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 00:03:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?post_type=portfolio&#038;p=185#comment-144</guid>
		<description>Eu quero ver. Quero poder prestigiar a realização deste talento. Quando vai pra web? Quem me manda uma cópia? Vou ter fazer contrabando!? 
Mesmo sem ver, já tenho orgulho do que leio. Parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu quero ver. Quero poder prestigiar a realização deste talento. Quando vai pra web? Quem me manda uma cópia? Vou ter fazer contrabando!?<br />
Mesmo sem ver, já tenho orgulho do que leio. Parabéns!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre KM 58 por Rafhael Barbosa</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=km-58#comment-143</link>
		<dc:creator>Rafhael Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 23:17:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?post_type=portfolio&#038;p=185#comment-143</guid>
		<description>Pedi ao meu grande amigo Tiago Padilha uma visão crítica e sem qualquer condescendência sobre KM 58. Ele foi além e me deu esse presente, uma análise precisa e detalhada do curta, quase cena a cena. Sugiro a quem não viu que só leia depois de ver, sob pena de estragar a experiência descobrindo detalhes reveladores. Mas o texto é tão bom que me faz esquecer o spoiler.

Segue:

“O design de som e a montagem do filme estão praticamente impecáveis. Abaixo, outros comentários. Perdoe a linguagem deselegante. Os comentários vão na ordem em que as coisas do filme aparecem e como se fosse num vômito só:

Desde o início, a aura de mistério é muito bem construída: surge o fogo que não sabemos onde ou o que está queimando, ou qual sua amplitude. E aí a atmosfera de perturbação é introduzida com precisão pela banda sonora: ruídos confusos como se fosse um trem deslizando no trilho; uma nota grave quase ininterrupta etc. A textura embaçada. O plano do retrovisor lateral é perfeito: as luz se confundindo e “boiando” no espelho granulado. A atmosfera está toda pronta para receber o personagem em sua primeira aparição: os olhos inquietos, o olhar insistente no retrovisor interno, como se temesse estar sendo seguido. A trilha baixa de volume na hora certa, para dar lugar ao ruído nu da estrada. Nesse momento, eu teria uma pequena ressalva a fazer: creio que não era preciso mostrar o rosto do personagem por tanto tempo, enquanto ele está dirigindo: a expressão de seu rosto é um tanto monótona; talvez outros planos pudesse traduzir melhor seu estado de espírito. Vocês criaram um tema sonoro muito apropriado, que ressurge (e se estabelece de vez) no instante em que aparece o braço acariciando a mão de Igor. Na cena da polícia, o filme não mostra como esse encontro indesejado se resolveu, e isso é ótimo: o aparecimento da polícia (por meio da luz e do som de sirene) se torna quase uma alegoria da tensão que o personagem sente, quase como uma alucinação muito forte e palpável causada por essa tensão. A transição do plano em que a gasolina é despejada no tanque para ele vomitando no banheiro é boa: o barulho vai aumentando até culminar com os cuspes-tosses dele. [Na minha opinião, esse filme é, sobretudo, um estudo sobre a agonia de um indivíduo: por isso, a não-linearidade -- o fato de não sabermos em que tempo se situa a cena do banheiro, por exemplo (embora possamos supor que seja o banheiro do posto de gasolina) -- não importa, no sentido de não ser incômoda ou despropositada.] Continuemos na cena do banheiro: há detalhes precisos e muito bem pensados: o gotejamento, a luz que dá uns “choques” de desmaio em alguns momentos. De frente para o espelho, quando o plano se inverte da direita do personagem para a esquerda, as cores ficam quase em preto-e-branco, e isso dá uma mudança de atmosfera muito interessante, preparando o caminho para o plano de cima para baixo (plongée, se não me engano); e que plano bom! [Mais colchetes, que aqui significam digressão: o fato de o companheiro dele ser homem é irrelevante, e isso é bom: evita uma discussão idiota sobre homossexualismo e afins. Vocês acertaram em tratar a coisa dessa forma: não há nada que sugira que o personagem tenha dificuldade em lidar com a atração pelo mesmo sexo. Fecha colchetes.] Na segunda vez em que o carro para na beira da estrada, o personagem desce e a câmera continua dentro do carro por um tempo, como se não entendesse — e aí a câmera encarna plenamente o sentimento do espectador — o porquê de ele ter parado e descido ali no meio do nada, como se não soubesse se ele vai voltar logo ou não para o carro, se seria bom descer junto. A câmera só sai do carro quando ele começa a andar para longe do automóvel, e por isso a mudança de plano é absolutamente acertada e justificável. Nesse momento, lembramos novamente o quanto a fotografia ficou boa: a fumaça do cigarro, a luz branca-amarela dos faróis estourando e iluminando apenas uma lasca lateral do personagem. Os flashes que surgem (pedaço da orelha, perna imóvel, olhos do personagem) são acompanhados por um som cortante e intermitente de sufocamento: perfeito! A propósito, parabéns à equipe pelas sutilezas, pelos detalhes muito significativos: quando o carro para pela terceira vez, mostra-se a mão dele ainda segurando o câmbio do carro, o que denota uma última indecisão/hesitação. Outro detalhe interessantíssimo: quando ele arranca a cruz do rosário preso ao retrovisor interno, um gesto brusco que espanta para longe aquela hesitação. Quando ele desce do carro e começa o ritual mórbido, você acertou em deixar a câmera parada e explorar (muitíssimo bem) o extra-plano. Você utiliza bem o som aqui para descrever o que está acontecendo: o ruído do personagem arfando, que faz o espectador saber que ele tirou algo pesado do porta-malas e o está carregando; em seguida ouvimos o baque (doeu mas valeu a pena). Outro detalhe (talvez até involuntário): o vermelho das lanternas traseiras iluminando o personagem quando ele volta para pegar a garrafa de gasolina no carro. E tem as expressões de asco no rosto do Igor.

Como você vê, adorei o filme. Porém, tem uma coisa extra-filme de que não gostei e, se são vocês que estão incitando essa baboseira, sugiro que parem de fazê-lo. É essa coisa de dizer que o filme alude a crimes de grande repercussão no Estado. Porra, parece um lance publicitário despropositado, que vai de encontro à sutileza do filme que tanto me agradou”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedi ao meu grande amigo Tiago Padilha uma visão crítica e sem qualquer condescendência sobre KM 58. Ele foi além e me deu esse presente, uma análise precisa e detalhada do curta, quase cena a cena. Sugiro a quem não viu que só leia depois de ver, sob pena de estragar a experiência descobrindo detalhes reveladores. Mas o texto é tão bom que me faz esquecer o spoiler.</p>
<p>Segue:</p>
<p>“O design de som e a montagem do filme estão praticamente impecáveis. Abaixo, outros comentários. Perdoe a linguagem deselegante. Os comentários vão na ordem em que as coisas do filme aparecem e como se fosse num vômito só:</p>
<p>Desde o início, a aura de mistério é muito bem construída: surge o fogo que não sabemos onde ou o que está queimando, ou qual sua amplitude. E aí a atmosfera de perturbação é introduzida com precisão pela banda sonora: ruídos confusos como se fosse um trem deslizando no trilho; uma nota grave quase ininterrupta etc. A textura embaçada. O plano do retrovisor lateral é perfeito: as luz se confundindo e “boiando” no espelho granulado. A atmosfera está toda pronta para receber o personagem em sua primeira aparição: os olhos inquietos, o olhar insistente no retrovisor interno, como se temesse estar sendo seguido. A trilha baixa de volume na hora certa, para dar lugar ao ruído nu da estrada. Nesse momento, eu teria uma pequena ressalva a fazer: creio que não era preciso mostrar o rosto do personagem por tanto tempo, enquanto ele está dirigindo: a expressão de seu rosto é um tanto monótona; talvez outros planos pudesse traduzir melhor seu estado de espírito. Vocês criaram um tema sonoro muito apropriado, que ressurge (e se estabelece de vez) no instante em que aparece o braço acariciando a mão de Igor. Na cena da polícia, o filme não mostra como esse encontro indesejado se resolveu, e isso é ótimo: o aparecimento da polícia (por meio da luz e do som de sirene) se torna quase uma alegoria da tensão que o personagem sente, quase como uma alucinação muito forte e palpável causada por essa tensão. A transição do plano em que a gasolina é despejada no tanque para ele vomitando no banheiro é boa: o barulho vai aumentando até culminar com os cuspes-tosses dele. [Na minha opinião, esse filme é, sobretudo, um estudo sobre a agonia de um indivíduo: por isso, a não-linearidade -- o fato de não sabermos em que tempo se situa a cena do banheiro, por exemplo (embora possamos supor que seja o banheiro do posto de gasolina) -- não importa, no sentido de não ser incômoda ou despropositada.] Continuemos na cena do banheiro: há detalhes precisos e muito bem pensados: o gotejamento, a luz que dá uns “choques” de desmaio em alguns momentos. De frente para o espelho, quando o plano se inverte da direita do personagem para a esquerda, as cores ficam quase em preto-e-branco, e isso dá uma mudança de atmosfera muito interessante, preparando o caminho para o plano de cima para baixo (plongée, se não me engano); e que plano bom! [Mais colchetes, que aqui significam digressão: o fato de o companheiro dele ser homem é irrelevante, e isso é bom: evita uma discussão idiota sobre homossexualismo e afins. Vocês acertaram em tratar a coisa dessa forma: não há nada que sugira que o personagem tenha dificuldade em lidar com a atração pelo mesmo sexo. Fecha colchetes.] Na segunda vez em que o carro para na beira da estrada, o personagem desce e a câmera continua dentro do carro por um tempo, como se não entendesse — e aí a câmera encarna plenamente o sentimento do espectador — o porquê de ele ter parado e descido ali no meio do nada, como se não soubesse se ele vai voltar logo ou não para o carro, se seria bom descer junto. A câmera só sai do carro quando ele começa a andar para longe do automóvel, e por isso a mudança de plano é absolutamente acertada e justificável. Nesse momento, lembramos novamente o quanto a fotografia ficou boa: a fumaça do cigarro, a luz branca-amarela dos faróis estourando e iluminando apenas uma lasca lateral do personagem. Os flashes que surgem (pedaço da orelha, perna imóvel, olhos do personagem) são acompanhados por um som cortante e intermitente de sufocamento: perfeito! A propósito, parabéns à equipe pelas sutilezas, pelos detalhes muito significativos: quando o carro para pela terceira vez, mostra-se a mão dele ainda segurando o câmbio do carro, o que denota uma última indecisão/hesitação. Outro detalhe interessantíssimo: quando ele arranca a cruz do rosário preso ao retrovisor interno, um gesto brusco que espanta para longe aquela hesitação. Quando ele desce do carro e começa o ritual mórbido, você acertou em deixar a câmera parada e explorar (muitíssimo bem) o extra-plano. Você utiliza bem o som aqui para descrever o que está acontecendo: o ruído do personagem arfando, que faz o espectador saber que ele tirou algo pesado do porta-malas e o está carregando; em seguida ouvimos o baque (doeu mas valeu a pena). Outro detalhe (talvez até involuntário): o vermelho das lanternas traseiras iluminando o personagem quando ele volta para pegar a garrafa de gasolina no carro. E tem as expressões de asco no rosto do Igor.</p>
<p>Como você vê, adorei o filme. Porém, tem uma coisa extra-filme de que não gostei e, se são vocês que estão incitando essa baboseira, sugiro que parem de fazê-lo. É essa coisa de dizer que o filme alude a crimes de grande repercussão no Estado. Porra, parece um lance publicitário despropositado, que vai de encontro à sutileza do filme que tanto me agradou”.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Cliente do cliente por Lima</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/clientes/cliente-do-cliente-2/#comment-101</link>
		<dc:creator>Lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 18:44:02 +0000</pubDate>
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		<description>Ê, rapaziada. Saudade de vocês. Abs!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ê, rapaziada. Saudade de vocês. Abs!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre KM 58 por Jaclyn Falcão</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=km-58#comment-95</link>
		<dc:creator>Jaclyn Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 15:10:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?post_type=portfolio&#038;p=185#comment-95</guid>
		<description>Parabéns a todos pelo projeto e excelente escolha do ator, Igor de Araújo... ele é incrível, muito bom esse garoto! Sucesso a todos!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns a todos pelo projeto e excelente escolha do ator, Igor de Araújo&#8230; ele é incrível, muito bom esse garoto! Sucesso a todos!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Cliente do cliente por Charley Risen</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/clientes/cliente-do-cliente-2/#comment-27</link>
		<dc:creator>Charley Risen</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 10:09:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?p=1108#comment-27</guid>
		<description>After interpret a scant of the blogposts on your net situate these days, then i truly equivalent your organize of blogging. i bookmarked it toward my favorites situate list as a consequence desire be checking halfback soon. pls search my web locate throughout the time that healthy plus lease me comprehend your thought.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>After interpret a scant of the blogposts on your net situate these days, then i truly equivalent your organize of blogging. i bookmarked it toward my favorites situate list as a consequence desire be checking halfback soon. pls search my web locate throughout the time that healthy plus lease me comprehend your thought.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Cliente do cliente por Giuseppe Vanhoose</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/clientes/cliente-do-cliente-2/#comment-26</link>
		<dc:creator>Giuseppe Vanhoose</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 16:38:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?p=1108#comment-26</guid>
		<description>Sweet blog! I found it while surfing around on Yahoo News. Do you have any tips on how to get listed in Yahoo News? I&#039;ve been trying for a while but I never seem to get there! Many thanks</description>
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]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Cliente do cliente por Sharron Dunzelman</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/clientes/cliente-do-cliente-2/#comment-24</link>
		<dc:creator>Sharron Dunzelman</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 09:37:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?p=1108#comment-24</guid>
		<description>Wow that was odd. I just wrote an extremely long comment but after I clicked submit my comment didn&#039;t appear. Grrrr... well I&#039;m not writing all that over again. Anyhow, just wanted to say fantastic blog!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wow that was odd. I just wrote an extremely long comment but after I clicked submit my comment didn&#8217;t appear. Grrrr&#8230; well I&#8217;m not writing all that over again. Anyhow, just wanted to say fantastic blog!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre KM 58 por eva quintela brandão do amaral</title>
		<link>http://nucleozero.com.br/?portfolio=km-58#comment-22</link>
		<dc:creator>eva quintela brandão do amaral</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 00:11:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleozero.com.br/?post_type=portfolio&#038;p=185#comment-22</guid>
		<description>Pedro Octavio queridooooo ,q bom vê vce no seu mundo este eh o seu lugar...Adorei a iluminação de cena e a fotografia ....Sucesso trasmita á equipe a minha vibração,conte sempre comigo bjos te amo sua mãe CORUJA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Octavio queridooooo ,q bom vê vce no seu mundo este eh o seu lugar&#8230;Adorei a iluminação de cena e a fotografia &#8230;.Sucesso trasmita á equipe a minha vibração,conte sempre comigo bjos te amo sua mãe CORUJA</p>
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	</item>
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