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Dialetos, animação 15 minutos

Dialetos, animação 15 minutos

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A Núcleo Zero foi selecionada no edital de Audiovisual da Secult/Al com o projeto Dialetos, uma animação de 15 minutos de Weber S. Bagetti. A animação quadro a quadro é uma técnica bastante trabalhosa. Requer tempo, dedicação, paixão e domínio técnico. O projeto “Dialetos” está sendo gerado há cerca de dois anos num exercício contínuo de pesquisa, leituras e rabiscos. Fruto de tentativas e erros do artista visual Weber Salles que ao longo do período de 10 anos vem estudando e executando a técnica de animação. Dialetos é o resultado de todo esse esforço e e se encontra no momento certo para execução. O primeiro curta metragem totalmente feito em animação em Alagoas. Experimental, ousado e que certamente integrará a diversidade de linguagens e gêneros em expansão no audiovisual independente.

Sinopse:

Dialetos é uma voz interior. Uma animação experimental de 15 minutos. Uma narrativa lírica que se impõe através de um fluxo de signos e imagens que representam o estado de uma alma inquieta. Memória, pensamento, matéria e espírito, começos e fins, eternos recomeços. Um exercício poético quadro a quadro, onde se misturam cenas cotidianas, citações, polifonia, sonhos e vazios de indivíduos em relação ao pensamento. Dialetos, vozes, comunicabilidade e incomunicabilidade. Uma Dicção particular em observação de si e do outro em busca de uma expressão possível em desenho animado. Uma lupa subjetiva que revela o micro e o macro, o mundo as coisas, em permanente estado de devir.

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A Núcleo Zero vem ao longo dos anos se destacando na área de produção audiovisual. São filmes para TV, cinema e mídias digitais.
Pesquisamos diversas linguagens do audiovisual e o resultado você pode conferir na diversidade dos títulos abaixo. São curtas para cinema, animações, documentários para televisão e híbridos experimentais.Você também adquirir os filmes solicitando por email.  Clique nas imagens para saber mais sobre cada projeto.

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Livro Rio Largo, Cidade Operária

Livro Rio Largo, Cidade Operária

Cliente: Arnaldo Paiva Filho
Job: Projeto Gráfico e ilustrações

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A Núcleo Zero acaba de mandar para gráfica o Livro “Rio Largo, Cidade Operária” de Arnaldo Paiva Filho. Uma bela pesquisa que resgata a história do  Gustavo Paiva e a trajetória da indústria têxtil em Alagoas. Nas palavras de Golbery Lessa, que assina a apresentação do livro, Arnaldo Paiva Filho “Escolhe bem os fatos, apresenta domínio da bibliografia sobre o assunto, torna públicas fontes inéditas de vários tipos, demonstra perceber os temas decisivos e permanece com o espírito aberto diante das contradições sociais e ideológicas dos seus objetos”. O Lançamento do livro está previsto para 10 de julho, no Cine Sesi, juntamente com o documentário “O Comendador do Povo” de Pedro da Rocha. Resgate importante da nossa história.

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Núcleo Zero retorna ao universo de Lêdo Ivo em projeto de memorial

Núcleo Zero retorna ao universo de Lêdo Ivo em projeto de memorial

Imortal da Academia Brasileira de Letras, o poeta e romancista Lêdo Ivo é um dos mais premiados e prestigiados literatos alagoanos. Traduzida para diversos idiomas, sua obra interessa ao mundo, e principalmente a nós, por lançar luz sobre uma Alagoas muito particular.

“Naturalmente, senti muita alegria por ser reconhecido pelo meu estado natal. Porém, mais que vaidade pessoal, fiquei feliz porque minha longa trajetória poderá ser mostrada para os estudantes”

A visão de Lêdo Ivo sobre sua terra natal compõe um verdadeiro universo particular onde símbolos como o mar, o farol e o curral de peixes ganham significados amplificados. Em sua carreira literária, não faltaram condecorações e prêmios que reconheceram sua dimensão artística. Porém o recém-inaugurado Memorial Lêdo Ivo, espaço projetado no Museu Palácio Floriano Peixoto com curadoria da historiadora Lêda Almeida, projeto arquitetônico de Adriana Guimarães e projeto gráfico e acervo audiovisual do Núcleo Zero, tem uma importância especial para ele.

“Naturalmente, senti muita alegria por ser reconhecido pelo meu estado natal. Porém, mais que vaidade pessoal, fiquei feliz porque minha longa trajetória foi registrada de maneira didática, pedagógica e cultural, e poderá ser mostrada para os estudantes”, diz o autor de Ninho de Cobras.

O Memorial Lêdo Ivo reúne o mais completo acervo sobre a obra do escritor. Estão lá diversos originais, objetos pessoais, certificados, prêmios, sua máquina de escrever, entre outras peças que ajudam a contar sua relação com Alagoas e com a literatura, da infância até aqui.

O espaço é composto por quatro salas. Uma delas é dedicada a uma linha do tempo que acompanha, ano a ano, seus principais feitos.  No hall de entrada, telas exibem vídeos em que Lêdo Ivo discorre sobre os mais diversos temas, de suas influências ao seu método criativo. Complementado o Memorial, não faltam fotos raras e ilustrações criadas para dar vida ao universo retratado em sua obra.

Presente na cerimônia que o homenageou e inaugurou o Memorial, no dia 25 de dezembro de 2010, o poeta reconheceu a relevância da iniciativa. “Um espaço como esse é muito importante para preservar a nossa memória, não deixar que ela se perca. Jorge de Lima, que teve uma obra grandiosa, não teve quem guardasse sua memória. Muita coisa desapareceu. Hoje um estudante encontra muita dificuldade para pesquisar sobre ele”, diz.

IMAGEM PENINSULAR DE LÊDO IVO

“O documentário continua sendo muito reproduzido e comentando até hoje, e sem dúvida deu uma grande contribuição para que minha memória continue viva”

O Memorial não foi à primeira imersão do Núcleo Zero no universo de Lêdo Ivo. Em 2003 ele foi tema do primeiro documentário dirigido por Werner Salles Bagetti.

Vencedor do prêmio DocTV, o filme, veiculado na TV Cultura e outras TVs públicas, ajudou a difundir o nome do escritor para um público ainda maior. “O documentário de Werner continua sendo muito reproduzido e comentando até hoje, e sem dúvida deu uma grande contribuição para que minha memória continue viva”, celebra o poeta.

Foto: Ricardo Lêdo


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Interiores ou 400 anos de Solidão

Interiores ou 400 anos de Solidão

Interiores terá o seu lançamento em 22 de Março de 2012, às 21 horas no Cine Sesi Maceió. A entrada é franca.

 

Trailer Interiores from Núcleo Zero on Vimeo.

Contemplado no edital Petrobras Cultural, o média-metragem Interiores ou 400 Anos de Solidão, de Werner Salles Bagetti, constrói um ensaio sonoro-visual a partir de personagens reais em cidades distintas do Sertão de Alagoas. O critério de escolha dos personagens segue uma característica comum: vivem em situações extremas, marcadas por problemáticas seculares Da região (água, trabalho, educação, infância). O filme mergulha sob uma perspectiva estético/existencial, no cotidiano dessas pessoas, elaborando uma narrativa a partir de um acompanhamento de suas ações, juntamente com um plano sonoro crescente, produzido a partir de entrevistas com outros viventes da região; capturando suas falas, sentimentos, pensamentos, sonhos, silêncios, ruídos, lendas, músicas e orações.

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UFAL 50 anos: entre os livros

UFAL 50 anos: entre os livros

Livros e conhecimento possuem uma ligação intimista e dependente. Chegada a V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, a UFAL marcou presença e ainda comemorou o seu cinquentenário. Após a Campanha dos seus 50 anos, a agência deu continuidade ao job preparando o stand da Universidade e assinando o projeto gráfico da capa do “Universidade Federal de Alagoas – O livro de 50 anos”, de Elcio Verçosa e Simone Cavalcante.

Inclusão, memória, saber. De um crescimento a outro, de um Campus a outro, de um estudante a outro, do passado ao futuro – o cinquentenário da UFAL, em linhas e sem ponto final, é comemorado com a expansão do conhecimento. E a presença entre e em livro não poderia estar de fora do job.

UFAL Bienal 01

UFAL Bienal 02

UFAL Bienal 03

Livro_001

livro UFAL 02

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Exposição Campo Imaginário | Paulo Santo

Exposição Campo Imaginário | Paulo Santo

O Núcleo Zero registrou a exposição do artista Paulo Santo da Pinacoteca.
Quem perdeu a exposição confira aqui.

Video registro da exposição: Campo Imaginário I – Nudez, um dia das mães. Pinacoteca Universitária – Maceió/Alagoas, junho/julho 2011. Artista: Paulo Santo

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Making of

Making of

Making Of História Brasileira da Infâmia from Núcleo Zero on Vimeo.

O processo de realização de um filme é rico em detalhes. Do roteiro ao storyboard, da maquiagem ao figurino, do desenho de produção  à computação gráfica. Cada etapa envolve o trabalho de diversos profissionais. Registrar esse processo através de um making of revela muito sobre o fazer cinematográfico. Nesse post publicamos um vídeo que mostra um pouco dessa experiência. O filme em questão é o documentário História Brasileira da Infâmia, uma produção de poucos recursos,  mas feita com muita coragem, ousadia e paixão. Confira.

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O mestre no Corujão

O mestre no Corujão

Para celebrar seu aniversário de cinco anos, o Cine Sesi preparou uma maratona de grandes atrações. Uma delas foi o Corujão especial de aniversário, que homenageia os dez anos do filme Lavoura Arcaica, com a presença do diretor Luiz Fernando Carvalho. Tido como um dos mais ousados e talentosos realizadores brasileiros da atualidade, após apresentar sua obra-prima, o cineasta brindou o público com uma verdadeira aula de cinema.

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Núcleo Zero marca presença em edital com dois curtas

Núcleo Zero marca presença em edital com dois curtas

Na próxima sexta-feira (15), o público vai conhecer o olhar de cinco novos realizadores alagoanos. A data marca um momento histórico para o audiovisual no estado, com o lançamento das cinco obras inéditas, o quê não acontecia desde o cancelamento do Festival do Cinema Brasileiro de Penedo, no início da década de 80. Os filmes foram contemplados no primeiro Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual em Alagoas, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, e receberam R$ 15 mil para suas produções.

Com um robusto currículo audiovisual, o Núcleo Zero marca presença na sessão com dois curtas-metragens que levam o selo Filmes Imperfeitos, criado para assinar os projetos de cinema da empresa. O Road-movie KM 58 foi dirigido pelo jornalista Rafhael Barbosa (Chimarrão, Rapadura e outras Histórias) e contou com edição de Werner S. Bagetti, autor dos documentários Imagem Peninsular de Lêdo Ivo e História Brasileira da Infâmia, e vencedor do troféu Candango de melhor Roteiro no Festival Brasília por Tudo Isto me Parece um Sonho, de Geraldo Sarno. O filme acompanha algumas horas definitivas na vida de Miguel (Igor de Araújo). O protagonista dirige numa rodovia semi-deserta, durante a madrugada, visivelmente tenso. Sabe-se pouco sobre ele, além do fato de que está enrascado. No trajeto, alguns acontecimentos acentuam a tensão, mas pouco revelam.

“A tensão não é criada á toa”, explica o diretor, que também é responsável pelo roteiro.

“O desfecho é impactante e faz alusão a crimes de grande repercussão em Alagoas, absorvendo elementos de casos que até hoje permanecem sem solução. Dessa forma, o roteiro pretende ativar a memória e a imaginação da audiência, a quem caberá escrever a história pregressa dos personagens, segundo suas referências”

O Matuto Zé Cará, híbrido de documentário e animação dirigido por Tato Sales, conta as aventuras do personagem homônimo criado pelo cordelista alagoano Jorge Calheiros. A história, narrada pelo próprio cordelista, é ilustrada por desenhos criados pelo artista plástico Weber S. Bagetti. O enredo explora algumas passagens da vida de uma criança que cresceu querendo ser pescador. Do casamento de seus pais até as dificuldades enfrentadas para ter e criar um filho, as situações se desenrolam até a vida adulta do menino, onde aventuras como a perda de sua virgindade e a busca por uma alternativa de emprego, por causa da falta de peixe no rio Poxim, lhe possibilitaram jogar uma partida de futebol no time do Coruripe contra o CRB. Com muito humor e uma narrativa ágil, o curta promete arrancar boas risadas do público.

 

O Núcleo Zero e o audiovisual

Desde 2003, quando o projeto Imagem Peninsular de Lêdo Ivo venceu a primeira edição do prêmio DocTV em Alagoas, a marca Núcleo Zero tem sido associada a arrojados projetos de audiovisual que continuam a repercutir ano após ano. Até hoje reprisado na grade das TVs públicas brasileiras, em 2005 o documentário que biografa o poeta alagoano foi sucedido por História Brasileira da Infâmia – parte I, mais uma vez através do edital DocTV. Dois anos depois foi a vez de O Homem, O Rio e o Penedo, filme etnográfico que apresenta um olhar ao mesmo tempo didático e poético sobre a Festa de Bom Jesus dos Navegantes.

Weber S. Bagetti, que nos projetos anteriores do Núcleo Zero atuou como diretor de arte, agora experimenta seu talento como animador em O Matuto Zé Cará, do também novato Tato Sales.

“Animação é um recurso de linguagem que permite liberdade de invenção sem limites, sem barreiras.

Apesar da falta de experiência no assunto, as tentativas que realizei tem me mostrado ser possível diálogos inusitados de técnicas e texturas. Me encontro atualmente num mergulho na pesquisa e estudo do assunto e tem me revelado um longo caminho a percorrer. O fascínio de colocar desenhos em movimento empregando recursos de dinâmica, trilha sonora, humor, densidade, me faz recorrer ao assunto para expressar determinadas mensagens. A cada novo projeto ganho uma pequena carga de aprendizado e aperfeiçoamento”, revela o artista plástico, que já utilizou técnica semelhante no projeto Meu Pé de Fuló, da Cia. da Meia-noite, espetáculo que mistura teatro com projeção de animações.

Sobre o que será visto em O Matuto Zé Cará, Weber antecipa: “A concepção dos desenhos para esse projeto começou na tentativa de achar o perfil dos personagens e características do ambiente em que se passa a história. Por ser um cordel, seria óbvio utilizar as texturas inerentes à linguagem como xilogravura, com sua economia de cores e a precariedade no acabamento dos desenhos, características marcante nas publicações desse tipo. Resolvi não utilizar diretamente esses conceitos por não querer incorrer na obviedade, abraçando apenas o preto e branco dos cordéis na concepção visual do curta”.

Em fase de conclusão de seu mais recente projeto, o documentário contemplado no prêmio Petrobras Cultural Interiores ou 400 Anos de Solidão, Werner, que compartilhou sua experiência com o estreante Rafhael Barbosa para a realização de KM 58, resume seu sentimento ao colaborar com os novos realizadores.  “Acho que todos os filmes que levam assinatura Núcleo Zero e Filmes Imperfeitos fazem parte do mesmo projeto. O projeto de se construir um núcleo de produção independente. Aqui, aprendemos produzindo e vivemos as experiências de cada filme. Tem sido bastante produtivo essa troca de idéias, acho que reflete no produto final. Mas ainda estamos aprendendo e é esse sentimento  que mais importa pra gente. Experimentar, aprender e produzir”.

 

 

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