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Longa-metragem em pré-produção

Longa-metragem em pré-produção

Núcleo Zero fará seu primeiro longa-metragem
O projeto de filme híbrido vai transitar entre as linhagens da ficção e do documentário para construir um retrato dos chamados Cavalos, médiuns que incorporam em religiões de matrizes africanas. O filme está em pré-produção e tem previsão de ficar pronto início de 2019.

“O transe é um fenômeno muito real. Ele consiste sobretudo numa
descida do indivíduo para o seu centro. O transe característico do
xangô é uma queda do indivíduo dentro de sua própria identidade.
Ele vai estar tão dominado por aquele aspecto básico da personalidade que já não
pode se comunicar mais em palavras, em conceitos, então ele cai num êxtase.
Esse tipo transe é o transe fundamental”.

Roberto Mota – Antropólogo

Responsável por produções que receberam destaque nacional como Imagem Penisular de Lêdo Ivo (2003), História Brasileira da Infâmia – Parte 1 (2005), Exu – além do Bem e do Mal (2012), O que Lembro, Tenho (2012) e Dialetos (2014), o Núcleo fará o primeiro longa-metragem de uma trajetória que já soma mais de 30 prêmios e participações em cerca de 50 festivais no Brasil e no mundo. Cavalo será o décimo filme assinado pela produtora.

Conheça as produções audiovisuais da Núcleo Zero.

SOBRE OS DIRETORES
Werner Salles Bagetti é jornalista, documentarista, roteirista e designer gráfico. Escreveu e dirigiu dois documentários vencedores do programa DocTV: Imagem Peninsular de Lêdo Ivo (2003), História Brasileira da Infâmia – Parte 1 (2005), além dos médias-metragens e Interiores ou 400 Anos de Solidão (2012, projeto contemplado no prêmio Petrobras Cultural), e EXU – Além do Bem e do Mal. É vencedor do Troféu Candango no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro pelo roteiro do documentário Tudo Isto me Parece um Sonho, dirigido por Geraldo Sarno. Também produz conteúdo audiovisual para Museus e espaços expositivos, televisão e cinema.

Rafhael Barbosa é graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas. Atuou como repórter, curador de mostras, produtor cultural e redator publicitário. Realizou os filmes Chimarrão, Rapadura e Outras Histórias (2007); KM 58 (2011), vencedor do prêmio de melhor filme na II Mostra Sururu de Cinema Alagoano e selecionado para o Cine PE 2012; e O que Lembro, Tenho (2013), curta selecionado para cerca de 30 festivais brasileiros e internacionais, e vencedor de 20 prêmios. Em 2014 lançou o documentário Tempo de Cinema. Além dos trabalhos autorais, atuou como produtor em mais de dez curtas e médias-metragens. Atualmente finaliza o documentário Jangada de Pau, projeto de salvaguarda realizado pelo IPHAN.

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Narrativas em Movimento

Narrativas em Movimento

Promovida pelo Núcleo Zero e contemplada no programa Rumos Itaú Cultural, iniciativa passa por seis municípios de Alagoas

Foto: Divulgação

O projeto Narrativas em Movimento, do Núcleo Zero, pode ser definido como uma versão contemporânea das caravanas circenses que, na era pré-televisão, levavam entretenimento para as cidades do interior do Brasil. Projeto contemplado pelo Rumos Itaú Cultural (2015-2016), um dos principais programas de fomento à cultura do país, passa por seis cidades históricas do interior de Alagoas propondo a criação de vídeos sobre lendas regionais, memórias familiares das pessoas locais. Os conteúdos serão projetados em prédios históricos e nos espaços públicos mais representativos para a comunidade, fortalecendo a visão do alagoano de sua terra e riqueza cultural. O primeiro município a ser visitado é Marechal Deodoro, entre os dias 10 e 15 de novembro.

O grupo utilizará um carro adaptado com um mini estúdio audiovisual em seu interior e projetores e equipamentos de som acoplados na parte externa. Essa estrutura permitirá a itinerância pelas cidades e a realização de um espetáculo visual construído a partir de conceitos e tecnologias modernas, com recursos como a holografia, projeção mapeada e técnicas de animação diversas. O veículo carregará uma equipe multidisciplinar montada para atender as necessidades da proposta, contando com o documentarista Werner Salles, o jornalista Rafhael Barbosa, o animador Weber Salles e Ulysses Lins, técnico de projeção mapeada.

Ações semelhantes de intervenção urbana são comuns nas capitais brasileiras, porém foram pouco experimentadas em localidades do interior do nordeste. “Partindo dessa constatação, pretendemos proporcionar uma experiência marcante para os moradores de cada cidade visitada pelo projeto”, afirma Werner Salles. A interatividade, o envolvimento da população e o sentimento de pertencimento das pessoas com as histórias do local onde vivem são elementos chave da proposta.
Etapas
O processo de trabalho está dividido em três etapas, realizadas durante cinco dias em cada localidade. No primeiro momento, o carro circulará pelas ruas, como um carro de som, divulgando o projeto e convidando a população a levar suas histórias pessoais, afetivas, memórias familiares, lendas regionais, entre outras. A segunda etapa é a realização de uma oficina, com cerca de 30 pessoas.

Foto: Divulgação

Os temas abordados serão educação patrimonial, para falar sobre a ideia de pertencimento do público com a sua cidade, a memória e valorização; técnicas de projeção mapeada, com testes e explicações sobre o processo; e a construção de conteúdo com os participantes, quando serão ensinadas técnicas como stop motion e animação 2D. As narrativas criadas durante as aulas serão trabalhadas a partir do conceito de storytelling.

Depois de selecionadas, as histórias serão editadas e transformadas em micronarrativas animadas. No final de cada dia de trabalho, o automóvel percorrerá novamente as ruas da cidade durante a noite, projetando vinhetas com parte do que foi produzido, como uma forma de ensaio, de convite para o grande dia: a projeção final, que acontece ao fim do processo.

“Estamos construindo conteúdos audiovisuais em cima de pesquisa sobre a história, iconografia e personagens das cidades”, conta Salles. “Esses conteúdos já estão sendo produzidos considerando a superfície arquitetônica dos locais.” Depois de Marechal Deodoro, a visita é em União dos Palmares, seguindo para Piranhas, depois Penedo, Água Branca e, por último, Porto Calvo. Todas elas foram escolhidas pela história que carregam.

De acordo com ele, apesar de possuir um território pequeno, Alagoas foi palco de importantes episódios históricos, convertendo-se em um dos protagonistas do processo de formação do Brasil. Cita, como exemplo, o desembarque do Bispo Sardinha, supostamente morto pelos índios Caetés em 1556, na região onde hoje se situa o município de Coruripe, litoral sul do estado. Tem também o Quilombo dos Palmares, considerado por estudiosos o mais duradouro e mais organizado refúgio de negros escravizados das Américas, o qual mobilizou o maior esforço militar da coroa portuguesa depois do confronto com os invasores holandeses.

“A própria história da ocupação holandesa teve um alagoano entre seus protagonistas: o controverso senhor de engenho Domingos Fernandes Calabar, que colaborou de modo decisivo para as conquistas dos invasores”, afirma. “A presença alagoana acompanha todos os períodos históricos, chegando à formação da República, quando o alagoano Deodoro da Fonseca se torna o primeiro presidente do Brasil, e com Floriano Peixoto, seu sucessor no cargo. ”

Nos séculos seguintes o estado continua na rota dos grandes acontecimentos do Nordeste. “Foi no sertão alagoano que Delmiro Gouveia ergueu a primeira usina hidrelétrica do país”, diz. “No campo cultural, nomes como Graciliano Ramos, Jorge de Lima, Lêdo Ivo, Breno Accioly e Hermeto Pascoal ajudaram a construir o imaginário nordestino com seus olhares tão regionais quanto universais”, continua. “São alagoanas obras imortalizadas pelo cinema nacional, cujas locações se apoiam nas marcantes paisagens do estado, seja o chão rachado do sertão, no mar, a lagoa ou as águas do Rio São Francisco.

Alagoas é o estado que mais possui manifestações populares no país e, mesmo com toda essa riqueza, Werner explica que a população não desenvolveu o reconhecimento destes patrimônios, assim como o sentimento de pertencimento a uma cultura expressiva e ainda reverberante. “Tal processo tem efeitos diversos, influenciando, entre outros aspectos, a relação da população com os espaços urbanos e a arquitetura”, fala. “Nessas cidades que visitaremos, muitos moradores não compreendem a necessidade de preservar o patrimônio arquitetônico, muitas vezes perdendo a chance de explorar comercialmente o potencial turístico que uma cidade histórica costuma possuir.”

Durante o processo, o material filmado, animações, making off, entrevistas, apresentações e participações do público será editado e divulgado nas redes sociais do grupo.

As cidades
Foto: Divulgação

Em Marechal Deodoro a projeção final é feita no Convento Franciscano do Carmo, no dia em que se comemora a Proclamação da República e na cidade natal de Deodoro da Fonseca, o proclamador. O trabalho será justamente em cima desse tema, a história da cidade, que começa com a exploração do pau Brasil, a construção das igrejas seculares, que passa pelo Franciscanismo, a arte sacra, entre outros.

 

Foto: Divulgação

Em União dos Palmares a atividade está programada para o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro. As imagens serão sobrepostas na Casa Jorge de Lima, poeta nascido lá. Considerada uma das principais cidades do estado, é banhada pelo Rio Mundaú e conhecida por ser a terra da liberdade, pois foi onde Zumbi dos Palmares, mais precisamente na Serra da Barriga, deu o primeiro grito de liberdade. Movido por essa atmosfera, o Núcleo Zero aborda questões como religiões de matrizes africanas, Zumbi, poemas negros e Jorge de Lima.

Foto: Divulgação

Os prédios tombados pelo Patrimônio Histórico que recebem as projeções dos próximos municípios ainda não foram escolhidos. Nas cidades do interior de Alagoas, os festejos natalinos são importantes e estão associados aos folguedos e presépios. Pensando nessas tradições, no dia 20 o Narrativas estará em Piranhas, para, além de trabalhar com essas questões, conversar com os habitantes sobre lendas, o rio são Francisco e o lampião. No passado, a cidade sediou um combate épico entre um de seus moradores, Seu Chiquinho Rodrigues, e um dos bandos de lampião. O tiroteio entre eles marcou singularmente os valores nordestinos de honra, fé, amor à família. Em Piranhas foram rodados muitos filmes e documentários sobre cangaço e assuntos correlacionados, como Baile Perfumado.

O município é banhado pelo rio São Francisco e foi reconhecido como patrimônio histórico nacional pelo IPHAN. Ainda, Piranhas fez parte da chamada Rota do Imperador, passagem de D. Pedro II, foi palco de inúmeras visitas de artistas notáveis como Altemar Dutra, homenageado com a rodovia e a orla ribeirinha de mesmo nome. Ademais, a cidade abre caminho para o conhecido Canyon do São Francisco, o qual pode ser visito por meio de catamarãs e barcos, muito usados por turistas.

Foto: Divulgação
No dia 10 de janeiro, se comemora a Festa de Bom Jesus dos Navegantes, em Penedo, a próxima parada. Festejo tradicional, indicado para patrimônio Imaterial, é a maior procissão marítima das cidades ribeirinhas do Velho Chico. “O evento é lindo, anda pelas ladeiras do sítio histórico, passa pelo Rio e volta à cidade”, conta Salles. A cidade também abriga a Igreja de Santa Maria dos Anjos, uma das obras primas mais visitadas, foi sede de um dos maiores eventos cinematográficos, o Festival de Cinema, que reuniu importantes artistas brasileiros.

De acordo com Werner Salles, os historiadores discordam sobre a origem de Penedo. Uns dizem que a criação do povoado está relacionada a Duarte Coelho Pereira, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco. Outros, afirmam que o responsável foi Duarte Coelho de Albuquerque, segundo donatário da Capitania, que herdou do pai. São sobre esses e outros assuntos que a experiência da trupe, junto à população, se desenvolverá.

A itinerância nos dois municípios seguintes não está ligada a datas comemorativas, mas se atem à história do lugar e dos moradores da mesma forma. No sertão alagoano, em Água Branca, a arquitetura antiga é um de seus maiores atrativos: tem a Igreja Matriz, a Igrejinha do Rosário, o Centro Histórico da Praça da Matriz, Casa do Barão de Água Branca, o calçamento da Praça Fernandes Lima e a Serra do Himalaia. Lá, a projeção é no dia 21.

Até o século 17, o território de Água Branca fazia parte das sesmarias de Paulo Afonso, na Bahia, que compreendiam, também, os atuais municípios de Mata Grande, Piranhas e Delmiro Gouveia, sendo uma das cidades mais antigas do Estado. Antes de ter o nome que carrega, foi chamada de Mata Pequena e Matinha de Água Branca, que veio de uma serra da região, rica em fontes de águas muito limpas. Sua fundação se deve a três irmãos da Família Vieira Sandes, que, liderados pelo Capitão Faustino Vieira Sandes, saíram da localidade de Boacica, hoje parte dos municípios de Igreja Nova e Porto Real do Colégio, no Vale do Itiúba, para desbravarem o sertão.

Para terminar, no fim de janeiro, dia 28, o Núcleo Zero chega em Porto Calvo, um dos primeiros lugares a ser habitado pelos portugueses e a última cidade visitada. A cruzada organizada por Cristóvão Lins percorreu parte do litoral, expulsando os índios e se apossando de suas terras. Lins recebeu o título de alcaide-mor de Porto Calvo em 1600. O povoado foi se formando com o movimento entre o norte e o sul, assumindo características de vila nos primeiros 30 anos do século 17.

A origem do nome vem de uma lenda na qual um velho calvo, que morava às margens do rio, construiu um porto, conhecido como o “Porto do Calvo”. Quando foi elevada, a vila passou a se chamar Bom Sucesso, em homenagem à vitória de Matias de Albuquerque contra os holandeses, mas permaneceu Porto Calvo até os dias atuais.

Sempre presente em fatos políticos, a cidade teve papel saliente nos diversos acontecimentos da Capitania de Pernambuco. Fez-se notável pela parte que tomou na guerra com os holandeses, serviu de base para as forças expedicionárias e como entreposto comercial durante o período da destruição do célebre Quilombo dos Palmares. Tem como filhos ilustres Domingos Fernandes Calabar, Zumbi e Guedes de Miranda, sendo que Calabar se tornou o caso mais famoso de deserção do país.

Além da própria história, o município possui como atrativos a Igreja Matriz, considerada Monumento Nacional pelo Senado Federal e tombada pelo serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; a Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, que traz estampada em seu frontispício a data de 1610, como ano de sua conclusão; o Alto da Forca e o rio Manguaba.

SERVIÇO:
Narrativas em Movimento
Rumos Itaú Cultural 2015-2016

Marechal Deodoro
Veja como foi

União dos Palmares
Veja como foi

Piranhas
Veja como foi
Data final: 21 de dezembro, Véspera de Natal

Penedo
Veja como foi

Próximas cidades em definição. Em breve divulgaremos aqui no site e em nossas redes sociais.

Assessoria de imprensa do grupo
(82) 99904-77770
rafhaelbarbosa@gmail.com

Assessoria de imprensa do Itaú Cultural: Conteúdo Comunicação
Fone: 11.5056-9800
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Karinna Cerullo: cacau.cerullo@conteunet.com
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Rumos Itaú Cultural: Fone: 11.2168-1906
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O que saiu na imprensa:

Projeto Narrativas em Movimento emociona o público de Alagoas (Matéria Diário do Poder)
Movimentando e colorindo o interior (CadernoB – Gazeta de Alagoas)
Projeções do Projeto Narrativas em Movimento contam a história de Marechal Deodoro (G1 – TV Gazeta)
Projeto de Educação Patrimonial faz itinerância por Alagoas (Blog Itau Cultural)

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Dialetos é eleito melhor curta na Mostra Pajeú de Cinema 2016

Dialetos é eleito melhor curta na Mostra Pajeú de Cinema 2016

O curta-metragem “Dialetos”, produção Núcleo Zero dirigida por Weber Salles Bagetti, segue sua carreira em festivais e acaba de levar mais um prêmio. O filme integrou a programação da Mostra Pajeú de Cinema 2016, realizada no sertão Pernambucano, e foi escolhido pelo um júri especial composto por participantes da oficina de crítica como o melhor curta exibido no evento.  O júri também elegeu “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, como o melhor longa do festival.   

O júri foi composto por Lellis Vasconcelos, José Alberto Júnior, José Rogerio Oliveira, Uilma Queiroz, Taís Eduarda, Dionísio Almeida Filho e Geraldo Berardinelli, e apresentou a seguinte justificativa:

“Pelo lirismo que se impõe por meio de um fluxo de signos e imagens que representam uma alma inquieta; pela trilha sonora arrebatadora; pelo uso do desenho, em traços rústicos ou sutis, como elemento narrativo de um pequeno conto sobre a sensibilidade de existir, o júri especial da oficina de crítica elege ‘Dialetos’, de Weber Salles Bagetti, o melhor curta da 2ª Mostra Pajeú de Cinema”.

Anteriormente “Dialetos” já havia recebido os prêmios de melhor animação no Festival de Cinema Universitário de Alagoas, em Penedo, e melhor trilha sonora na Mostra Sururu de Cinema Alagoano em 2014. O filme também participou o VideoBabel Festival, no Peru.

A 2ª MPC é uma realização Pajeú Filmes e tem como apoiadores a Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Associação Cultural São José, Estúdio ISO Fotografia e Filmagem, Rádio Pajeú AM, Speeding Telecom, Movimento #CineRuaPE e Federação Pernambucana de Cineclubes.

Saiba mais sobre a oficina de crítica e sobre a Mostra Pajeú clicando aqui 
Assista o filme clipando aqui

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Núcleo Zero tem projeto selecionado no Rumos Itaú Cultural

Núcleo Zero tem projeto selecionado no Rumos Itaú Cultural

“Narrativas em Movimento” utiliza técnicas de projeção mapeada e holografia para despertar o sentido de pertencimento em moradores de seis municípios alagoanos

O Rumos Itaú Cultural anunciou ontem (09) os vencedores em sua edição 2015/2016. Entre as propostas selecionadas para um dos editais mais cobiçados do país está o projeto “Narrativas em Movimento”, idealizado pelo Núcleo Zero Comunicação.

O trabalho mistura tecnologia e espetáculo mambembe para despertar o sentido de pertencimento em moradores de seis municípios alagoanos. As cidades de Marechal Deodoro, Porto Calvo, Penedo, Piranhas, Água Branca e União dos Palmares estão na rota que receberá a caravana. A base móvel do “Narrativas em Movimento” é composta por um veículo Kombi adaptado para abrigar um miniestúdio audiovisual em seu interior, além de projetores e equipamentos de som acoplados na parte externa. O desenvolvimento do projeto contará com oficinas e uma imersão com a comunidade, e culminará num espetáculo visual construído a partir de conceitos e tecnologias modernas, utilizando recursos como a holografia, projeção mapeada e técnicas de animação diversas. As apresentações acontecerão em espaços públicos de cidades selecionadas pela riqueza histórica, arquitetônica e cultural que possuem.
Ao todo, 12 mil projetos foram  inscritos em todo o Brasil, e apenas 117 trabalhos foram escolhidos. A maior parte dos selecionados são do Sudeste, que soma 62 dos contemplados. O Nordeste emplacou 27 selecionados, o Centro-Oeste 10, o Norte  nove e o Sul oito. A lista completa e outras informações podem ser acessadas em Rumos Itaú Cultural.

Links relacionados:
Projeção Mapeada NZ
Animação Demo reel

 

 

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“Só a antropofagia nos une”

"Só a antropofagia nos une"


HISTÓRIA BRASILEIRA DA INFÂMIA TEM SESSÃO COMEMORATIVA DE DEZ ANOS
O audiovisual feito em Alagoas vive um momento particular, beneficiado por novas tecnologias, políticas culturais e toda uma nova geração de realizadores. Há dez anos produzir um filme era um desafio bem maior; o que nos faz pensar como foi especial a realização do documentário História Brasileira da Infâmia – Parte 1, uma produção ambiciosa, que envolveu dezenas de profissionais para recriar o desembarque do Bispo Sardinha no litoral alagoano. O filme terá uma sessão especial na VI Mostra Sururu de Cinema Alagoano (2015) para relembrar a primeira década dessa aventura cinematográfica.

Making Of História Brasileira da Infâmia from Núcleo Zero on Vimeo.

Confira outras produções audiovisuais da Núcleo Zero

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Documentário “JANGADA DE PAU” Será lançado dia 18 no Arte Pajuçara

Documentário “JANGADA DE PAU” Será lançado dia 18 no Arte Pajuçara

Projeto de salvaguarda tem realização do IPHAN Alagoas e produção do Núcleo Zero

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional lança na próxima quarta-feira (18) o documentário etnográfico Jangada de Pau, junto a comunidade de pescadores e jangadeiros de Maceió, e convida ao evento todos que se interessem por aprender e prestigiar os saberes tradicionais de nossa terra e a memória local. O filme é uma produção do Núcleo Zero, empresa que tem extenso currículo na realização de documentários em Alagoas, a exemplo de Imagem Peninsular de Lêdo Ivo (2013), História Brasileira da Infâmia – (2015), e EXU – Além do Bem e do Mal (2012).

Através de um rico registro audiovisual que documentou o modo de fazer jangadas tradicionais, o público poderá contemplar nas telas do cinema a sensibilidade de um trabalho que soube acompanhar com destreza o processo construtivo desta que é, provavelmente, a última jangada em pau de Pita construída no Nordeste. No documentário, são as mãos do Mestre Jesser que nos mostram o fazer, e suas histórias que nos contam do saber: Técnica e Poesia; Passado e Presente; Saberes da terra e dos mares.

O Lançamento do Documentário Etnográfico Jangada de Pau, resultado desta ação de salvaguarda da instituição, e que conta ainda com depoimentos de estudiosos e especialistas, ocorrerá no dia 18 de novembro, às 15 horas, no Cine Arte Pajuçara, em Maceió. Logo após a apresentação do documentário acontecerá um bate-papo entre o Iphan, os produtores do filme, o mestre jangadeiro e o público participante.

SALVAGUARDA DO MODO DE FAZER JANGADAS TRADICIONAIS
O Iphan/AL realizou no ano de 2015 o registro audiovisual do modo de fazer jangadas tradicionais, ação de salvaguarda que visou a elaboração de um vídeo etnográfico sobre o processo de construção da “jangada de pau”. O objetivo da iniciativa foi documentar este importante saber histórico, quase em extinção, além de incentivar e transmitir o conhecimento dessa arte para as novas gerações.

O Brasil, com a diversidade étnica da sua formação cultural, possui uma multiplicidade de tradições na arte de produzir os instrumentos de suporte à navegação e pesca. Nas terras marítimas alagoanas, que até na nomenclatura do Estado referencia a ligação com os meios aquáticos, as tradicionais jangadas, constituídas por cinco ou seis paus ligados uns aos outros por pinos ou cavilhas de madeira, são raridade, principalmente em Maceió, onde sua grande representatividade fez nomear avenida importante no bairro marítimo da Pajuçara de Av. Jangadeiros Alagoanos. E é neste bairro que se pode fazer um dos passeios turísticos mais tradicionais da capital: singrar, em jangadas autóctones, até as piscinas naturais de Pajuçara – aquários naturais, formados apenas na maré baixa, que distam 2km da costa, onde é possível ver diversas espécies da fauna e flora locais. O trajeto, que dura em média 15 min, é feito por pescadores em suas jangadas, porém estas não mais de paus e sim de tábuas.

A representatividade das jangadas de paus que permeiam as lembranças dos mais antigos do lugar pode vir a inexistir devido ao desuso da sua fabricação pelos mestres da madeira. Tal saber poderá ser esquecido se os poucos artesões que ainda o conhecem não o repassarem. Em 2011, Alagoas perdeu o mestre Valdemar Farias dos Santos, o último construtor de jangadas que ainda produzia jangadas tradicionais no Nordeste – segundo informações do especialista em Patrimônio Naval, Dalmo Vieira Filho. A informação gerou inquietude entre os técnicos da Superintendência Estadual do IPHAN em Alagoas – desapareceria a técnica da embarcação simbólica da paisagem litorânea nordestina. Reconhecendo a urgência do registro de todo o processo de produção das jangadas e a continuidade deste saber fazer, e preocupado com o desaparecimento de mestres que dominavam as técnicas, o Iphan-AL, por um acaso do destino, encontrou o mestre Jesser em Maceió/AL, que ainda detinha este conhecimento. Foi ele quem se tornou o executor deste exemplar de jangada em escala natural. Possivelmente tenha sido esta a última jangada em pau de Pita construída nos últimos anos na região. Com uma ação de salvaguarda no valor de R$ 75.784,44, todo o processo – desde a retirada da madeira na mata e o seu transporte para o local da construção, até a apresentação detalhada das ferramentas, técnicas e procedimentos utilizados – foi registrado por empresa contratada para produção de videografismo etnográfico.

A construção da jangada teve como cenário a praia da Pajuçara, em Maceió, diante das jangadas atuais, próximo ainda à balança do peixe, onde há significativo fluxo de pescadores. O processo de construção seguiu os passos tradicionais que tomaram forma pelas mãos do mestre Jesser, que afirmou terem existido jangadas com quase o dobro de tamanho dessa, que saíam com 3 pessoas para pescar por 3 dias, sempre na quaresma. Usavam rede de arrasto. Os peixes eram salgados no mar e cobertos por lona. Ali, dois dos pescadores dormiam, enquanto o outro ficava na “cadeira”.

 

SERVIÇO:
LANÇAMENTO ETONODOCUMENTÁRIO “JANGADA DE PAU”
DATA: 18 de Novembro de 2015
HORÁRIO: 15h00min
LOCAL: Cine Arte Pajuçara
ENDEREÇO: Av. Dr. Antônio Gouveia, 1113, Pajuçara, Maceió/AL.

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Núcleo Zero fará seu primeiro longa-metragem

Núcleo Zero fará seu primeiro longa-metragem

Núcleo Zero fará seu primeiro longa-metragem

A Fundação Municipal de Ação Cultural – Fmac divulgou hoje (03) a lista de projetos contemplados no seu edital de fomento à produção audiovisual, Fmac/PMM-Ancine. O Núcleo Zero venceu o certame com o longa-metragem Cavalo, de Rafhael Barbosa e Werner Salles Bagetti. A animação em curta-metragem João Urso, com direção dos animadores Weber Salles Bagetti e Ulysses Ribas, também foi escolhida pela comissão julgadora entre os trabalhos selecionados. No entanto o edital impede que a mesma produtora vença dois projetos, e por isso João Urso será retirado do concurso.

Responsável por produções que receberam destaque nacional como Imagem Penisular de Lêdo Ivo (2003), História Brasileira da Infâmia – Parte 1 (2005), Exu – Além do Bem e do Mal (2012), O que Lembro, Tenho (2012) e Dialetos (2014), o Núcleo fará o primeiro longa-metragem de uma trajetória que já soma mais de 30 prêmios e participações em cerca de 50 festivais no Brasil e no mundo. Cavalo será o décimo filme assinado pela produtora.

O projeto de filme híbrido vai transitar entre as linhagens da ficção e do documentário para construir um retrato dos chamados Cavalos, médiuns que incorporam entidades na Umbanda.

SOBRE OS DIRETORES
Werner Salles Bagetti é jornalista, documentarista, roteirista e designer gráfico. Escreveu e dirigiu dois documentários vencedores do programa DocTV: Imagem Peninsular de Lêdo Ivo (2003), História Brasileira da Infâmia – Parte 1 (2005), além dos médias-metragens e Interiores ou 400 Anos de Solidão (2012, projeto contemplado no prêmio Petrobras Cultural), e EXU – Além do Bem e do Mal. É vencedor do Troféu Candango no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro pelo roteiro do documentário Tudo Isto me Parece um Sonho, dirigido por Geraldo Sarno. Também produz conteúdo audiovisual para Museus e espaços expositivos, televisão e cinema.

Rafhael Barbosa é graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas. Atuou como repórter, curador de mostras, produtor cultural e redator publicitário. Realizou os filmes Chimarrão, Rapadura e Outras Histórias (2007); KM 58 (2011), vencedor do prêmio de melhor filme na II Mostra Sururu de Cinema Alagoano e selecionado para o Cine PE 2012; e O que Lembro, Tenho (2013), curta selecionado para cerca de 30 festivais brasileiros e internacionais, e vencedor de 20 prêmios. Em 2014 lançou o documentário Tempo de Cinema. Além dos trabalhos autorais, atuou como produtor em mais de dez curtas e médias-metragens. Atualmente finaliza o documentário Jangada de Pau, projeto de salvaguarda realizado pelo IPHAN.

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Imagem Peninsular de Lêdo Ivo (Online)

Imagem Peninsular de Lêdo Ivo (Online)

Imagem Peninsular de Lêdo ivo (2004), o primeiro filme produzido pelo Núcleo Zero, finalmente está disponível online. São 55 minutos ao lado de um dos maiores poetas alagoanos. 

A trajetória do poeta, romancista, contista e ensaísta Lêdo Ivo, um dos maiores expoentes da geração de 45 e imortal da Academia Brasileira de Letras. Considerado transgressor pela sua geração, ele se apresenta neste documentário com uma língua afiada e ousada, atenuada por um lirismo único, refletindo o olhar crítico e dialético que o poeta tem sobre as coisas do mundo. O filme mostra, ainda, trechos de sua relação tensa e intensa com a terra natal e suas impressões sobre poesia e linguagem. O documentário conta também com depoimentos de Ivan Junqueira (poeta e ensaísta), Edson Nery da Fonseca (ensaísta e bibliotecário) e Leda Almeida (escritora e historiadora). Imagens de Maceió, Recife e Rio de Janeiro, captadas por digital e super 8, dão o tom dos poemas, que, na voz do ator Othon Bastos, pontuam a narrativa e avançam no universo poético e mitográfico de Lêdo Ivo.

FICHA TÉCNICA

Direção e roteiro: Werner Salles Bagetti.

Direção de fotografia: Roberto Iuri.

Co-produção: Núcleo Zero, Staff, IZP e Tv Cultura.

Realização: DOCTV, Ministério da Cultura, TV Cultura, Abepec, Secretaria do Audiovisual

Narração: Othon Bastos.

Produção executiva: Emerson Maranhão.

Assistência de direção: Lula Castelo Branco.

1ª assitência de câmera: Alex Meira.

Som direto: Danilo Carvalho.

Edição: Charles Northrup.

Direção de arte: Weber Salles Bagetti.

Pós-produção: Weber Salles Bagetti e Charles Northrup.

Mixagem: Beto Braga.

Animação: Weber Salles Bagetti.

Computação gráfica: Charles Northrup.

Imagens de Super 8: Roberto Iuri, Alex Meira, Werner Salles e Luís Fernando Petzhold.

Equipe de produção:

Alagoas: Alessandra Novais e Daniela Pacheco.

Rio de Janeiro: Luís Fernando Petzhold.

Fotos locação: Tato Sales.

Trilha sonora original.

Direção musical: Lelo Macena.

Músicos: Billy Magno, Chaú do pife, Lelo Macena e Railton Sarmento.

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NZ aposta no universo da animação

NZ aposta no universo da animação

Curta-metragem Dialetos, de Weber Salles Bagetti, é a primeira experimentação da produtora totalmente realizada com a técnica

Dialetos – animação 15′ – teaser from weber bagetti on Vimeo.

Vencedor do prêmio de melhor trilha sonora na V Mostra Sururu de Cinema Alagoano, o curta-metragem Dialetos, de Weber Salles Bagetti,  é o ponto alto de um longo namoro do Núcleo Zero com a animação.  Um flerte que nasceu nos projetos publicitários e, com o tempo, foi se tornando uma espéciede marca da produtora.

Seja dando um toque artístico a VTs e vídeos institucionais, ou imprimindo simbolismo a trabalhos autorais e mais densos – a exemplo dos documentários Interiores ou 400 Anos de Solidão e EXU – Além do Bem e do Mal – a técnica tem sido aperfeiçoada em desafios cada vez mais ousados.

Com Dialetos a empresa dá um passo definitivo rumo à especialização. Ao contrário de projetos anteriores, onde a animação surgia como mais um dos recursos narrativos,  o curta-metragem de 15 minutos é um belo exercício de estilo e técnica, onde absolutamente todas as sequências foram realizadas a partir do desenho.

No filme o diretor e animador Weber Salles, que é oriundo das artes plásticas, constrói uma narrativa impregnada de provocações existencialistas. A subjetividade dá o tom do projeto, que agora aguarda seleção em festivais do Brasil e do exterior.

Atualmente o Núcleo Zero dispõe de equipe e estrutura para a realização de trabalhos em animação adequados aos mercados mais exigentes, e a partir das mais diversas técnicas.  Para conhecer um breve apanhando dos projetos de animação da produtora, clique neste link. A seguir, leia uma entrevista com o artista plástico e animador Weber Salles Bagetti.

 

BLOG- Como começou seu envolvimento com a animação? De que modo se deu a transição das artes plásticas para as imagens em movimento?

WEBER SALLES BAGETTI. O meu deslumbramento com as artes plásticas se deu com o fascínio das múltiplas possibilidades. Como naturalmente acontece, o universo bidimensional da pintura pede, depois de um certo tempo, a extrapolação do suporte para uma forma tridimensional que se dá através de esculturas, instalações e etc. Depois de percorrer esses caminhos naturais senti que a quarta dimensão (tempo) proporcionaria uma nova via de narrative para o desenho. Então resolvi tentar colocar os desenhos/pinturas em movimento e desbravar o fascinante mundo do desenho animado.

Como é seu processo de trabalho? Como são construídos os personagens e o universo visual?
Meu processo de trabalho é simples: começa com esboços descompromissados de ideias embrionárias e vai evoluindo como uma gestação, ganhando forma e conteúdo. Os personagens ganham características físicas após o mapeamento psicológico, que também  evolui paralelamente com o processo geral de ambientação, cenários e etc.

Antes de Dialetos, você já havia experimentado a animação em outros trabalhos muito distintos entre si, inclusive nas técnicas. De que maneira as experiências anteriores contribuíram para a feitura de Dialetos?
Entender as diversas técnicas de animação foi importante num período que serviu de laboratório na publicidade. Arriscamos num assunto que conhecíamos muito pouco e aprendemos fazendo, arriscando inserções modestas em trabalhos distintos: audiovisual, conteúdos museográficos, projeções mapeadas e outros. Essa carga anterior de experimentação serviu de base para o curta Dialetos que, mesmo nas suas limitações,  mostrou um caminho interessante.

Com quais referências você dialogou para a construção do projeto?
Basicamente foi usada a técnica quadro a quadro, uma das mais antigas de desenho animado e com o auxílio de alguns softwares consegui otimizar um pouco o processo. Foi um trabalho meio caótico porque foi ganhando diversas texturas, alguns esboços ganharam vida sem rebuscamento e outros foram trabalhados com mais apuro. Dentre as influências que sempre me marcaram cito Jan Svankmajer, Alexander Petrov, Neil Gaiman, Andrei Tarkovsky, Mutarelli, Sartre, Jorge de Lima, Jung. Dentre os mais novos tem o Alê Abreu (O Menino e o Mundo), Luciano do Amaral (stop motion), Bruno Monteiro (Uma História de Amor e Fúria).

Além da animação, você também é responsável pela trilha sonora e pelo desenho de som de Dialetos.  De alguma forma esse acúmulo de funções reverbera no resultado final?
Esse acúmulo de funções não foi por egoísmo, tudo foi seguindo em paralelo e quando me dei conta já estava adiantado. De certa forma teve um pouco de falta de planejamento anterior para dividir tarefas. O pouco tempo para entrega foi um dos agravantes porque em animação, prazos pequenos exigem equipe maior e não tivemos esse luxo. Enfim, o aprendizado tirado nesse trabalho me diz que o próximo tem grandes chances de melhorar.

Existem novos projetos em desenvolvimento? Pode falar de algum?
O exercício nunca cessa. No Núcleo Zero o processo de criação dos trabalhos tenta sempre contemplar ou inserir a animação nos projetos de audiovisual. Sendo trabalhos institucionais ou autorais, a busca do exercício constante e depuração da técnica estão semprena pauta.

 

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NZ é destaque na mídia

NZ é destaque na mídia

Convergência de mídias e trabalhos inovadores realizados pela Núcleo Zero é destaque na mídia.
Confira o que o site Agência A falou sobre a nossa atuação no mercado. 

“A Núcleo Zero não é apenas uma referência em inovação audiovisual em Alagoas, mas uma agência reconhecida e premiada como uma das mais inovadoras na área em todo o Brasil” 

 

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