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Arquivos por Autor: Núcleo Zero

NZ é destaque na mídia

NZ é destaque na mídia

Convergência de mídias e trabalhos inovadores realizados pela Núcleo Zero é destaque na mídia.
Confira o que o site Agência A falou sobre a nossa atuação no mercado. 

“A Núcleo Zero não é apenas uma referência em inovação audiovisual em Alagoas, mas uma agência reconhecida e premiada como uma das mais inovadoras na área em todo o Brasil” 

 

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Ignacy Sachs – A Terceira Margem

Ignacy Sachs - A Terceira Margem

A Núcleo Zero está produzindo um documentário sobre o sociólogo polonês Ignacy Sachs, um dos formuladores do conceito de Ecodesenvolvimento. O Documentário é uma reflexão sobre o futuro do planeta, seus desafios e soluções, na visão de políticos, economistas e pesquisadores que tiveram influência direta da obra de Sachs. O filme, em produção, está previsto para 2014. Aguarde mais notícias aqui no Canal Zero. Ignacy Sachs (Varsóvia, 1927) é um economista polonês, naturalizado francês. Também é referido como ecossocioeconomista, por sua concepção de desenvolvimento como uma combinação de crescimento econômico, aumento igualitário do bem-estar social e preservação ambiental. Há mais de quarenta anos Ignacy Sachs lançou alguns dos fundamentos do debate contemporâneo sobre a necessidade de um novo paradigma de desenvolvimento, baseado na convergência entre economia, ecologia, antropologia cultural e ciência política. Suas idéias são hoje mais claramente compreendidas, no cenário das mudanças climáticas e da crise social e política mundial.

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Dialetos, animação 15 minutos

Dialetos, animação 15 minutos

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A Núcleo Zero foi selecionada no edital de Audiovisual da Secult/Al com o projeto Dialetos, uma animação de 15 minutos de Weber S. Bagetti. A animação quadro a quadro é uma técnica bastante trabalhosa. Requer tempo, dedicação, paixão e domínio técnico. O projeto “Dialetos” está sendo gerado há cerca de dois anos num exercício contínuo de pesquisa, leituras e rabiscos. Fruto de tentativas e erros do artista visual Weber Salles que ao longo do período de 10 anos vem estudando e executando a técnica de animação. Dialetos é o resultado de todo esse esforço e e se encontra no momento certo para execução. O primeiro curta metragem totalmente feito em animação em Alagoas. Experimental, ousado e que certamente integrará a diversidade de linguagens e gêneros em expansão no audiovisual independente.

Sinopse:

Dialetos é uma voz interior. Uma animação experimental de 15 minutos. Uma narrativa lírica que se impõe através de um fluxo de signos e imagens que representam o estado de uma alma inquieta. Memória, pensamento, matéria e espírito, começos e fins, eternos recomeços. Um exercício poético quadro a quadro, onde se misturam cenas cotidianas, citações, polifonia, sonhos e vazios de indivíduos em relação ao pensamento. Dialetos, vozes, comunicabilidade e incomunicabilidade. Uma Dicção particular em observação de si e do outro em busca de uma expressão possível em desenho animado. Uma lupa subjetiva que revela o micro e o macro, o mundo as coisas, em permanente estado de devir.

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Audiovisual

Audiovisual

A Núcleo Zero vem ao longo dos anos se destacando na área de produção audiovisual. São filmes para TV, cinema e mídias digitais.
Pesquisamos diversas linguagens do audiovisual e o resultado você pode conferir na diversidade dos títulos abaixo. São curtas para cinema, animações, documentários para televisão e híbridos experimentais.Você também adquirir os filmes solicitando por email.  Clique nas imagens para saber mais sobre cada projeto.

Cartaz


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Exu, além do bem e do mal no CINE SUL

Exu, além do bem e do mal no CINE SUL

 

Cartaz

 

O Documentário curta metragem “Exu, além do bem e do mal”, foi selecionado para XX Festival Ibero-americano de Cinema e Vídeo 2013.
Sua exbição está marcada para dia 15 de junho, as 19h30 no Centro Cultural Banco do Brasil (cinema 2) no Rio de Janeiro. Amigos cariocas prestigiem. CCBB – Cinema 2 – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – RJ.

teaser Exu

CURTA FAZ INVESTIGAÇÃO POÉTICA SOBRE O MAIS POLÊMICO DOS ORIXÁS

Legba, Bará, Eleguá, Tranca-rua, diabo, capeta… Exu é um dos orixás mais controversos da cultura afro. Interpretado muitas vezes como o diabo pelo catolicismo é constantemente associado ao mal em diversas leituras, até mesmo por alguns autores umbandistas do passado. Porém, o significado do mito Exu, tanto para a Umbanda, quanto para o Candomblé, vai muito além de tudo isso.

No Candomblé Exu é a figura mais humana dos orixás, senhor do princípio e da transformação. Exu é a ordem, aquele que se multiplica e se transforma na unidade elementar da existência humana. Exu não é totalmente bom, nem totalmente mau, assim como o homem: um ser capaz de amar e odiar, unir e separar, promover a paz e a guerra. Sem ele os Orixás e humanos não podem se comunicar, pois Exu faz o papel de mensageiro com cada um dos demais orixás.

Na Umbanda, por sua vez, Exu é o guardião do terreiro e dos médiuns. O documentário EXU – Além do Bem e do Mal, dirigido por Werner Salles Bagetti, nasceu da tentativa de dialogar com todo esse universo simbólico, polifônico e controverso. Suas raízes e seu sincretismo, através de uma perspectiva objetiva – no tratamento do mito sob a ótica antropológica – mas também sob a ótica subjetiva das relações do homem e suas crenças, do real e o sobrenatural.

Contemplado no 2º Edital de Fomento a Produção Audiovisual de Alagoas, o curta-metragem realiza uma imersão no tema por meio de uma investigação poética. A câmera passeia pela cidade e captura silêncios, semblantes e vazios, antes de mergulhar no transe dos terreiros de Candomblé, Umbanda e Jurema Sagrada em celebração a Exu. Em paralelo, um discurso polifônico é construído com as vozes de especialistas do tema, em Alagoas e Pernambuco. Entre os entrevistados estão os babalorixás Manoel Papai, Pai Célio de Iemanjá, Pai Manoel do Xoroquê e o antropólogo pernambucano Roberto Motta.

Cartaz

 

FICHA TÉCNICA

Direção: Werner Salles Bagetti

Concepção de roteiro: Werner Salles Bagetti, Weber Salles Bagetti e Victor Guerra

Produção: Rafhael Barbosa

Direção de fotografia: Michel Rios

Assistente de direção: Victor Guerra

Som direto: Weber Salles Bagetti

Montagem: Werner Salles Bagetti e Rafhael Barbosa

Assistente de montagem: Victor Guerra

Apoio de pesquisa: Thiago Angelin Bianchetti

Still e making of: Vanessa Mota

Mixagem de som: Gil Braga Dantas

Participação Especial: Nilton Resende

Entrevistados:

Antropólogo Roberto Mota

Exu Rei  (Mãe Edilene)

Manoel Papai

Malandro (Marcos  Vinicius de Aguiar Rocha)

Pai Célio de Iemanjá

Pai Manoel do Xoroquê

 

 

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Livro Rio Largo, Cidade Operária

Livro Rio Largo, Cidade Operária

Cliente: Arnaldo Paiva Filho
Job: Projeto Gráfico e ilustrações

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A Núcleo Zero acaba de mandar para gráfica o Livro “Rio Largo, Cidade Operária” de Arnaldo Paiva Filho. Uma bela pesquisa que resgata a história do  Gustavo Paiva e a trajetória da indústria têxtil em Alagoas. Nas palavras de Golbery Lessa, que assina a apresentação do livro, Arnaldo Paiva Filho “Escolhe bem os fatos, apresenta domínio da bibliografia sobre o assunto, torna públicas fontes inéditas de vários tipos, demonstra perceber os temas decisivos e permanece com o espírito aberto diante das contradições sociais e ideológicas dos seus objetos”. O Lançamento do livro está previsto para 10 de julho, no Cine Sesi, juntamente com o documentário “O Comendador do Povo” de Pedro da Rocha. Resgate importante da nossa história.

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Exu – Além do Bem e do Mal

Exu - Além do Bem e do Mal

teaser Exu

CURTA FAZ INVESTIGAÇÃO POÉTICA SOBRE O MAIS POLÊMICO DOS ORIXÁS

Legba, Bará, Eleguá, Tranca-rua, diabo, capeta… Exu é um dos orixás mais controversos da cultura afro. Interpretado muitas vezes como o diabo pelo catolicismo é constantemente associado ao mal em diversas leituras, até mesmo por alguns autores umbandistas do passado. Porém, o significado do mito Exu, tanto para a Umbanda, quanto para o Candomblé, vai muito além de tudo isso.

No Candomblé Exu é a figura mais humana dos orixás, senhor do princípio e da transformação. Exu é a ordem, aquele que se multiplica e se transforma na unidade elementar da existência humana. Exu não é totalmente bom, nem totalmente mau, assim como o homem: um ser capaz de amar e odiar, unir e separar, promover a paz e a guerra. Sem ele os Orixás e humanos não podem se comunicar, pois Exu faz o papel de mensageiro com cada um dos demais orixás.

Na Umbanda, por sua vez, Exu é o guardião do terreiro e dos médiuns. O documentário EXU – Além do Bem e do Mal, dirigido por Werner Salles Bagetti, nasceu da tentativa de dialogar com todo esse universo simbólico, polifônico e controverso. Suas raízes e seu sincretismo, através de uma perspectiva objetiva – no tratamento do mito sob a ótica antropológica – mas também sob a ótica subjetiva das relações do homem e suas crenças, do real e o sobrenatural.

Contemplado no 2º Edital de Fomento a Produção Audiovisual de Alagoas, o curta-metragem realiza uma imersão no tema por meio de uma investigação poética. A câmera passeia pela cidade e captura silêncios, semblantes e vazios, antes de mergulhar no transe dos terreiros de Candomblé, Umbanda e Jurema Sagrada em celebração a Exu. Em paralelo, um discurso polifônico é construído com as vozes de especialistas do tema, em Alagoas e Pernambuco. Entre os entrevistados estão os babalorixás Manoel Papai, Pai Célio de Iemanjá, Pai Manoel do Xoroquê e o antropólogo pernambucano Roberto Motta.

FICHA TÉCNICA

Direção: Werner Salles Bagetti

Concepção de roteiro: Werner Salles Bagetti, Weber Salles Bagetti e Victor Guerra

Produção: Rafhael Barbosa

Direção de fotografia: Michel Rios

Assistente de direção: Victor Guerra

Som direto: Weber Salles Bagetti

Montagem: Werner Salles Bagetti e Rafhael Barbosa

Assistente de montagem: Victor Guerra

Apoio de pesquisa: Thiago Angelin Bianchetti

Still e making of: Vanessa Mota

Mixagem de som: Gil Braga Dantas

Participação Especial: Nilton Resende

Entrevistados:

Antropólogo Roberto Mota

Exu Rei  (Mãe Edilene)

Manoel Papai

Malandro (Marcos  Vinicius de Aguiar Rocha)

Pai Célio de Iemanjá

Pai Manoel do Xoroquê

 

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Núcleo Zero retorna ao universo de Lêdo Ivo em projeto de memorial

Núcleo Zero retorna ao universo de Lêdo Ivo em projeto de memorial

Imortal da Academia Brasileira de Letras, o poeta e romancista Lêdo Ivo é um dos mais premiados e prestigiados literatos alagoanos. Traduzida para diversos idiomas, sua obra interessa ao mundo, e principalmente a nós, por lançar luz sobre uma Alagoas muito particular.

“Naturalmente, senti muita alegria por ser reconhecido pelo meu estado natal. Porém, mais que vaidade pessoal, fiquei feliz porque minha longa trajetória poderá ser mostrada para os estudantes”

A visão de Lêdo Ivo sobre sua terra natal compõe um verdadeiro universo particular onde símbolos como o mar, o farol e o curral de peixes ganham significados amplificados. Em sua carreira literária, não faltaram condecorações e prêmios que reconheceram sua dimensão artística. Porém o recém-inaugurado Memorial Lêdo Ivo, espaço projetado no Museu Palácio Floriano Peixoto com curadoria da historiadora Lêda Almeida, projeto arquitetônico de Adriana Guimarães e projeto gráfico e acervo audiovisual do Núcleo Zero, tem uma importância especial para ele.

“Naturalmente, senti muita alegria por ser reconhecido pelo meu estado natal. Porém, mais que vaidade pessoal, fiquei feliz porque minha longa trajetória foi registrada de maneira didática, pedagógica e cultural, e poderá ser mostrada para os estudantes”, diz o autor de Ninho de Cobras.

O Memorial Lêdo Ivo reúne o mais completo acervo sobre a obra do escritor. Estão lá diversos originais, objetos pessoais, certificados, prêmios, sua máquina de escrever, entre outras peças que ajudam a contar sua relação com Alagoas e com a literatura, da infância até aqui.

O espaço é composto por quatro salas. Uma delas é dedicada a uma linha do tempo que acompanha, ano a ano, seus principais feitos.  No hall de entrada, telas exibem vídeos em que Lêdo Ivo discorre sobre os mais diversos temas, de suas influências ao seu método criativo. Complementado o Memorial, não faltam fotos raras e ilustrações criadas para dar vida ao universo retratado em sua obra.

Presente na cerimônia que o homenageou e inaugurou o Memorial, no dia 25 de dezembro de 2010, o poeta reconheceu a relevância da iniciativa. “Um espaço como esse é muito importante para preservar a nossa memória, não deixar que ela se perca. Jorge de Lima, que teve uma obra grandiosa, não teve quem guardasse sua memória. Muita coisa desapareceu. Hoje um estudante encontra muita dificuldade para pesquisar sobre ele”, diz.

IMAGEM PENINSULAR DE LÊDO IVO

“O documentário continua sendo muito reproduzido e comentando até hoje, e sem dúvida deu uma grande contribuição para que minha memória continue viva”

O Memorial não foi à primeira imersão do Núcleo Zero no universo de Lêdo Ivo. Em 2003 ele foi tema do primeiro documentário dirigido por Werner Salles Bagetti.

Vencedor do prêmio DocTV, o filme, veiculado na TV Cultura e outras TVs públicas, ajudou a difundir o nome do escritor para um público ainda maior. “O documentário de Werner continua sendo muito reproduzido e comentando até hoje, e sem dúvida deu uma grande contribuição para que minha memória continue viva”, celebra o poeta.

Foto: Ricardo Lêdo


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Interiores ou 400 anos de Solidão

Interiores ou 400 anos de Solidão

Interiores terá o seu lançamento em 22 de Março de 2012, às 21 horas no Cine Sesi Maceió. A entrada é franca.

 

Trailer Interiores from Núcleo Zero on Vimeo.

Contemplado no edital Petrobras Cultural, o média-metragem Interiores ou 400 Anos de Solidão, de Werner Salles Bagetti, constrói um ensaio sonoro-visual a partir de personagens reais em cidades distintas do Sertão de Alagoas. O critério de escolha dos personagens segue uma característica comum: vivem em situações extremas, marcadas por problemáticas seculares Da região (água, trabalho, educação, infância). O filme mergulha sob uma perspectiva estético/existencial, no cotidiano dessas pessoas, elaborando uma narrativa a partir de um acompanhamento de suas ações, juntamente com um plano sonoro crescente, produzido a partir de entrevistas com outros viventes da região; capturando suas falas, sentimentos, pensamentos, sonhos, silêncios, ruídos, lendas, músicas e orações.

Cartaz

 

 

 

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UFAL 50 anos: entre os livros

UFAL 50 anos: entre os livros

Livros e conhecimento possuem uma ligação intimista e dependente. Chegada a V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, a UFAL marcou presença e ainda comemorou o seu cinquentenário. Após a Campanha dos seus 50 anos, a agência deu continuidade ao job preparando o stand da Universidade e assinando o projeto gráfico da capa do “Universidade Federal de Alagoas – O livro de 50 anos”, de Elcio Verçosa e Simone Cavalcante.

Inclusão, memória, saber. De um crescimento a outro, de um Campus a outro, de um estudante a outro, do passado ao futuro – o cinquentenário da UFAL, em linhas e sem ponto final, é comemorado com a expansão do conhecimento. E a presença entre e em livro não poderia estar de fora do job.

UFAL Bienal 01

UFAL Bienal 02

UFAL Bienal 03

Livro_001

livro UFAL 02

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