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Exu, além do bem e do mal

Exu – Além do Bem e do Mal from Michel Rios on Vimeo.

Finalistas do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade – IPHAN.
Prêmio Melhor Documentário e Melhor áudio no II Festival Théo Brandão de Filme Etnográfico.
Prêmio de Aquisição Curta Doc – programa que fomenta a cultura do documentário na televisão.
Prêmio de Melhor Fotografia na IV Mostra Sururu de Cinema Alagoano.
Selecionado para o 2º Festival de Cinema de Brasília – Curta Brasília.
Selecionado para o Cine Sul – XX Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo 2013

CURTA FAZ INVESTIGAÇÃO POÉTICA SOBRE O MAIS POLÊMICO DOS ORIXÁS

Legba, Bará, Eleguá, Tranca-rua, diabo, capeta… Exu é um dos orixás mais controversos da cultura afro. Interpretado muitas vezes como o diabo pelo catolicismo é constantemente associado ao mal em diversas leituras, até mesmo por alguns autores umbandistas do passado. Porém, o significado do mito Exu, tanto para a Umbanda, quanto para o Candomblé, vai muito além de tudo isso.

No Candomblé Exu é a figura mais humana dos orixás, senhor do princípio e da transformação. Exu é a ordem, aquele que se multiplica e se transforma na unidade elementar da existência humana. Exu não é totalmente bom, nem totalmente mau, assim como o homem: um ser capaz de amar e odiar, unir e separar, promover a paz e a guerra. Sem ele os Orixás e humanos não podem se comunicar, pois Exu faz o papel de mensageiro com cada um dos demais orixás.

Na Umbanda, por sua vez, Exu é o guardião do terreiro e dos médiuns. O documentário EXU – Além do Bem e do Mal, dirigido por Werner Salles Bagetti, nasceu da tentativa de dialogar com todo esse universo simbólico, polifônico e controverso. Suas raízes e seu sincretismo, através de uma perspectiva objetiva – no tratamento do mito sob a ótica antropológica – mas também sob a ótica subjetiva das relações do homem e suas crenças, do real e o sobrenatural.

Contemplado no 2º Edital de Fomento a Produção Audiovisual de Alagoas, o curta-metragem realiza uma imersão no tema por meio de uma investigação poética. A câmera passeia pela cidade e captura silêncios, semblantes e vazios, antes de mergulhar no transe dos terreiros de Candomblé, Umbanda e Jurema Sagrada em celebração a Exu. Em paralelo, um discurso polifônico é construído com as vozes de especialistas do tema, em Alagoas e Pernambuco. Entre os entrevistados estão os babalorixás Manoel Papai, Pai Célio de Iemanjá, Pai Manoel do Xoroquê e o antropólogo pernambucano Roberto Motta.

Cartaz

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FICHA TÉCNICA

Direção: Werner Salles Bagetti

Concepção de roteiro: Werner Salles Bagetti, Weber Salles Bagetti e Victor Guerra

Produção: Rafhael Barbosa

Direção de fotografia: Michel Rios

Assistente de direção: Victor Guerra

Som direto: Weber Salles Bagetti

Montagem: Werner Salles Bagetti e Rafhael Barbosa

Assistente de montagem: Victor Guerra

Apoio de pesquisa: Thiago Angelin Bianchetti

Still e making of: Vanessa Mota

Mixagem de som: Gil Braga Dantas

Participação Especial: Nilton Resende

Entrevistados:

Antropólogo Roberto Mota

Exu Rei  (Mãe Edilene)

Manoel Papai

Malandro (Marcos  Vinicius de Aguiar Rocha)

Pai Célio de Iemanjá

Pai Manoel do Xoroquê

 

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